Sócrates, o filósofo, costumava dizer que antes de qualquer decisão consultava seu "daymon"; ou seja, uma vóz interior que lhe alertava sobre a melhor atitude a tomar em qualquer decisão de sua vida.
Que seria esse "daymon" socrático? Uma alucinação de Sócrates? O resultado da sua constante tagarelice ecoando em seus ouvidos? Ou Sócrates já estaria caducando?
O "daymon", a vóz interior que Sócrates ouvia, nada mais era do que o seu Anjo da Guarda e que qualquer um de nós, se quiser, poderá consultar para saber a melhor decisão a ser tomada.
Acreditem ou não, todos temos um Anjo da Guarda que zela por nós e, com um pouquinho de concentração e fé, poderemos conversar com esse Anjo possibilitando assim, através desse diálogo, resultados mais adequados para nossas ações.
Os padres "quevedos" da vida talvez me censurem por ser tão simples em minha explanação, mas querem coisa mais simples do que ter fé e conversar com seu Anjo da Guarda?
Não existe complicação alguma em acreditar no que está além da física; nada de loucura em crer naquilo que não se vê com os olhos biológicos que, por sinal, foi Deus que nos deu.
Acreditar no meu Anjo da Guarda é reforçar minha fé na existência Divina "Pois, a seus Anjos Deus dará um encargo especial quanto a ti; que te guardem em todos os teus caminhos" (salmos 91:11).
Embora nosso Anjo sempre esteja conosco, a intimidade da conversa somente se ralizará se a permitirmos.
Permita-se conversar com seu Anjo, para que sua atitudes, decisões, dúvidas, enfim, sua vida, melhore cada vez mais.
Seu Anjo é Divino, assim como você.