O Prof. Irapuan Teixeira, PhD, pesquisador da Florida Christian University - Orlando/USA, escreve desde o ano de 1989 sobre a Realidade Política no Brasil. Ao se aposentar do Parlamento Brasileiro criou o "Blog do Ira" e o Blog VISÃO POLÍTICA em Agosto de 2007. «Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.» (Émile Zola)
sábado, 10 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
FINADOS, NA VISÃO ESPÍRITA
O hábito de visitar os mortos, como se o cemitério fosse sala de
visitas do Além, é cultivado desde as culturas mais remotas. Mostra a
tendência em confundir o indivíduo com seu corpo. Há pessoas que, em
desespero ante a morte de um ente querido, o "VISITAM" diariamente.
Chegam a deitar-se no túmulo. Desejam estar perto do familiar.
Católicos, budistas, protesta
ntes, muçulmanos, espíritas - somos todos espiritualistas, acreditamos na existência e sobrevivência do Espírito.
Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu. Quando dizemos "perdi um ente querido", estamos registrando sérios prejuízos emocionais. Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus. Em datas significativas, envolvendo aniversário de casamento, de morte, finados, Natal, Ano Novo, dia dos Pais, dia das Mães, sempre pensamos neles.
COMO PODEMOS AJUDAR OS QUE PARTIRAM ANTES DE NÓS?
Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho, evocando as lembranças felizes, nunca as infelizes; enviando clichês mentais otimistas; fazendo o bem em memória dele, porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento. Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade; a prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda.
PODEMOS CHORAR?
Podemos chorar, é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de inconformação e revolta. O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em Deus. Tal comportamento pode atrapalhar o reencontro com os que foram antes de nós. Porque se eles nos visitar ou se nós os visitarmos (através do sono) nosso desequilíbrio os perturbará. Se soubermos sofrer, ao chegar a nossa vez, nos reuniremos a eles, não há dúvida nenhuma.
ENTÃO OS ESPÍRITAS NÃO VISITAM O CEMITÉRIO?
Nós espíritas não visitamos os cemitérios, porque homenageamos os “vivos desencarnados” todos os dias. Mas a posição da Doutrina Espírita, quanto as homenagens (dos não espíritas), prestadas aos "MORTOS" neste Dia de Finados, ao contrário do que geralmente se pensa, é favorável, DESDE QUE SINCERAS E NÃO APENAS CONVENCIONAIS.
Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito (em O Livro dos Espíritos), mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos. E declaram que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos. Há espíritos que só são lembrados nesta data, por isso, gostam da homenagem; há espíritos que gostariam de serem lembrados no recinto do lar.
Porque, se ele desencarnou recentemente e ainda não está perfeitamente adaptado às novas realidades, irá sentir-se pouco à vontade na contemplação de seus despojos carnais; Espíritos com maior entendimento, pedem que usemos o dinheiro das flores em alimento aos pobres. Portanto, usemos o bom senso em nossas homenagens. Com a certeza que ELES VIVEM. E se eles vivem, nós também viveremos. E é nessa certeza que devemos aproveitar integralmente o tempo que estivermos encarnados, nos esforçando para oferecer o melhor de nós em favor da edificação humana. Só assim, teremos um feliz retorno à pátria espiritual.
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| Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério |
Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu. Quando dizemos "perdi um ente querido", estamos registrando sérios prejuízos emocionais. Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus. Em datas significativas, envolvendo aniversário de casamento, de morte, finados, Natal, Ano Novo, dia dos Pais, dia das Mães, sempre pensamos neles.
COMO PODEMOS AJUDAR OS QUE PARTIRAM ANTES DE NÓS?
Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho, evocando as lembranças felizes, nunca as infelizes; enviando clichês mentais otimistas; fazendo o bem em memória dele, porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento. Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade; a prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda.
PODEMOS CHORAR?
Podemos chorar, é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de inconformação e revolta. O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em Deus. Tal comportamento pode atrapalhar o reencontro com os que foram antes de nós. Porque se eles nos visitar ou se nós os visitarmos (através do sono) nosso desequilíbrio os perturbará. Se soubermos sofrer, ao chegar a nossa vez, nos reuniremos a eles, não há dúvida nenhuma.
ENTÃO OS ESPÍRITAS NÃO VISITAM O CEMITÉRIO?
Nós espíritas não visitamos os cemitérios, porque homenageamos os “vivos desencarnados” todos os dias. Mas a posição da Doutrina Espírita, quanto as homenagens (dos não espíritas), prestadas aos "MORTOS" neste Dia de Finados, ao contrário do que geralmente se pensa, é favorável, DESDE QUE SINCERAS E NÃO APENAS CONVENCIONAIS.
Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito (em O Livro dos Espíritos), mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos. E declaram que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos. Há espíritos que só são lembrados nesta data, por isso, gostam da homenagem; há espíritos que gostariam de serem lembrados no recinto do lar.
Porque, se ele desencarnou recentemente e ainda não está perfeitamente adaptado às novas realidades, irá sentir-se pouco à vontade na contemplação de seus despojos carnais; Espíritos com maior entendimento, pedem que usemos o dinheiro das flores em alimento aos pobres. Portanto, usemos o bom senso em nossas homenagens. Com a certeza que ELES VIVEM. E se eles vivem, nós também viveremos. E é nessa certeza que devemos aproveitar integralmente o tempo que estivermos encarnados, nos esforçando para oferecer o melhor de nós em favor da edificação humana. Só assim, teremos um feliz retorno à pátria espiritual.
Compilação de Rudymara
Fonte: GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC
http://www.facebook.com/
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
ORAÇÃO PARA ESTA MEIA NOITE
Foi-me dada a Liberdade; o Ar que
respiro; a Água que bebo; o Sol que me aquece e as Noites para o pleno repouso.
Além de tudo, sou feliz e felizes
são àqueles que me cercam.
Nada me é pedido em troca dessas
maravilhas da existência, que tenho recebido graciosamente.
O que devo fazer, Senhor, para
humildemente agradecer-Te?
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
ETERNO RETORNO
A vida é esse trânsito eterno do Ser que ao mesmo tempo em que faz o
mundo nele se faz. A responsabilidade de eternizar o Ser no mundo coloca-nos
uma dimensão ética em cada fazer; quanto mais éticas forem às ações do ser
humano, mais larga será a linha senoidal que separa as eras do ápice e do caos.
Assim foi na era de Sodoma e Gomorra; de Atenas; de Roma até aos dias de hoje.
Dizer que estamos atingindo o caos seria imprudente, mas que nos
aproximamos em passos largos da linha que demarcará uma nova era é adequado
antever.
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| Aviões ultrapassando a barreira do som |
Quando um avião supersônico ultrapassa a barreira do som ouve-se uma
explosão, um estrondo, mas o voo não sofre alterações a não ser quanto à
rapidez que desenvolve em sua trajetória. O estrondo marcou o antes e o depois
e possibilitou-nos visualizar a existência de dois lados; de um anterior e um
posterior; de um ontem e de um hoje; do anterior e do atual. O voo prossegue,
mas não é mais o mesmo; a trajetória que percorrerá nunca poderá se igualar
aquela que percorreria se não ultrapassasse a barreira do som.
Se a vida for um eterno retorno, um vai e vem como a uma roda gigante
que gira levando algumas cadeiras para cima e outras para baixo, creio que a
caminhada humana apressa-se tal qual um voo supersônico. Alguns para cima,
outros para baixo. O todo, porém, dependerá da dimensão ética. Podemos
despencar todos, juntamente com a roda gigante ou seguirmos adiante como em um
voo supersônico.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
TEMPO...
Mas...
se deixassemos de lado a preocupação com o tempo e a sua passagem,
rápida ou não, veriamos que, na verdade, o tempo está aí, parado, a nos
contemplar; quem passa somos nós, depressa ou não, dependendo de como
estamos observando o mundo ou, de como estamos fazendo e nos fazendo no
mundo, pois o homem ao mesmo tempo em que faz o mundo faz também sua
própria existência nesse mundo.
Podemos
fazer de nossa existência um simples estar aí; um estar no mundo,
apenas. Ou podemos Ser no mundo e ao mesmo tempo em que fazemos o mundo
nos fazermos no mundo sendo sujeito do ato de criação e nos lançando para
a eternidade como construtores existenciais atemporais.
No son los muertos los que en dulce calma
la paz disfrutan de la tumba fría;
muertos son los que tienen muerta el alma
y viven todavía.
la paz disfrutan de la tumba fría;
muertos son los que tienen muerta el alma
y viven todavía.
No son los muertos, no, los que reciben
rayos de luz en sus despojos yertos;
los que mueren con honra son los vivos,
los que viven sin honra son los muertos.
rayos de luz en sus despojos yertos;
los que mueren con honra son los vivos,
los que viven sin honra son los muertos.
La vida no es la que vivimos,
la vida es el honor, es el recuerdo,
por eso hay muertos que en el mundo viven
y hombres que viven en el mundo, muertos. (*)
la vida es el honor, es el recuerdo,
por eso hay muertos que en el mundo viven
y hombres que viven en el mundo, muertos. (*)
(*) Homenagem a Ricardo Palma, 1833/1919, político peruano, literato e também poeta.
domingo, 14 de outubro de 2012
SONHO E REALIDADE
No lugar de chorar e rezar o homem deve agir e resolver os assuntos que
cabem aos mortais. É comum no mundo moderno a confusão entre aquilo que é
problema mundano e o que se trata de mistério divino. Implorar a interferência
de Deus naquilo que compete ao homem é confundir as coisas do mundo material
com o metafísico.
Cabe ao homem resolver seus problemas sem pedir que o Divino interceda em
seu favor. No lugar de sonhar, realizar, pois tudo depende de cada um de nós.
Transferir as decisões para outro nível é acovardar-se perante a possibilidade
de um fracasso; nem todas as coisas acontecem conforme o nosso desejo, portanto,
não deveremos ficar preocupados com aquilo que não é possível fazer agora.
Sempre haverá tempo para uma tomada de decisão. Fazer hoje ou amanhã, mas fazer,
sem esperar milagres oriundos das rezas e das promessas.
Deus está acima de tudo isso!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
DIA DA CRIANÇA
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| Pronunciamento em Homenagem às Crianças. Câmara dos Deputados. |
Homenagear as crianças, neste dia 12 de outubro, é homenagear o futuro. Somos nós, hoje adultos, responsáveis pela existência plena e feliz de todas as crianças, pois serão elas as responsáveis pela continuidade de tudo o que fizermos de bom em nossa sociedade.
Zelar pela educação e pelo bom desenvolvimento do conhecimento humano é nossa tarefa e obrigação uma vez que o futuro depende de tudo o que agora projetamos.
Somos responsáveis, únicos, pela tarefa de educar nossas crianças e prepará-las para a vida; nossos sucessores merecem um mundo cada vez melhor, com mais amor, mais alegria, mais felicidade, para que lhes seja possibilitado um viver pleno de satisfações.
É nossa tarefa erradicar o mal que reina na sociedade atual para que não se torne uma herança maldita a ser contabilizada nos haveres futuros dos homens de amanhã. Deixemos esses débitos nefastos para as contas que devemos acertar agora e possibilitemos uma existência plena à quem de direito: nossas crianças, nossos herdeiros!
Os erros do presente são nossos e não devemos transferi-los para a posteridade; resolvamos isso agora, pois a sociedade que construímos esgotou-se; urge um novo dia para um melhor amanhã!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
VIVER FELIZ!
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| Homenagem a John Lennon na data em que completaria 72 anos |
A Filosofia
apresenta vários caminhos para o ser humano; indica, aconselha ou orienta
àquele que deseja ser feliz. Além da Psicanálise; além da psicoterapia; além da
psicologia ou da psiquiatria, muito além está a Filosofia. Sua tarefa é
desvendar os problemas escondidos, ou disfarçados, no íntimo do ser humano;
olhando-o de forma integral e uníssona e indicando maneiras para uma existência
plena de felicidade.
Todo ser
humano é o gestor da sua existência; ele decide em “estar no mundo” ou “ser no
mundo.”
Se uma pessoa
não quiser se curar, nem mesmo a medicina, nos casos de doenças biológicas,
será capaz de fazer milagres. Alguém que tenha quebrado uma perna haverá de
querer ir ao médico para que a mesma seja engessada e conseqüentemente o
processo de cura ter início. Mas àquele que negligencia sua própria saúde e
ignora o que disso pode advir, por ser relapso, terá conseqüências nefastas em
futuro próximo.
É da natureza
humana o instinto de sobrevivência, procurar preservar a saúde faz parte desse
instinto para manter o homem hígido biológica e psicologicamente.
A vida deve ser
plenamente vivida e depende de cada um decidir como quer vive-la. Entretanto
percalços interferem nessa plenitude; entender e saber contornar esses
percalços faz parte do saber viver de cada um. Para tanto é necessário entender
que existem casos em que se necessita da interferência de profissionais para
contornar a contento alguns desses percalços, que podem ser problemas de saúde,
portanto, atinentes à área médica ou problemas relacionados ao mal estar, por
sua vez, ligados à área da filosofia.
A saúde pode
ser abalada por doenças, mas nem todas as coisas que nos acontecem são doenças.
Entender o que é doença e o que é, simplesmente, um mal estar vai determinar o
grau de comprometimento que cada um tem para com sua própria vida. É por isso
que ninguém poderá tomar para si as questões subjetivas do outro. Pode-se ter
uma procuração para representar alguém, seja jurídica ou socialmente, mas nunca
para decidir sobre questões existenciais.
Saber decidir
sobre sua vida e não ser manipulado pelo outro é fundamental para o seu bem
viver.
Portanto, se
você quer ser feliz, decida-se!
domingo, 7 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
É HORA DE AMAR!
Muitas vezes temos ao nosso lado verdadeiros companheiros; pessoas que nos devotam amor incondicional; fazem parte de nossa vida por escolha e nos dedicam uma fidelidade que vai além do senso comum. São homens ou mulheres, maridos ou esposas, que têm uma dedicação especial pelo Outro que vai além da paixão, porque essa o próprio tempo se encarrega de arrefecer e, as paixões, sempre são efêmeras e volúveis.
A convivência, associada aos inúmeros afazeres do cotidiano, transforma o Outro, muitas vezes, apenas em mero cônjuge.
Esquecemo-nos, ou não nos damos conta, do valor inestimável de não se estar sozinho; de se ter alguém para caminhar junto. Não percebemos a gratuidade espontânea do amor doado inconscientemente, sem pedido de troca. Nos deixamos conduzir por um turbilhão de acontecimentos sociais que ofuscam nossos sentidos tornando o sentimento, a ternura, o carinho apenas em atos sem importância, talvez até desnecessários face a maturidade ou a extensão do tempo de convívio.
É assim mesmo que se vive!
Massacrados pelo cotidiano; calados pelos afazeres pragmáticos; surdos pela parafernália de necessidades impostas pela sociedade; mercantilizados pelo Ter; robotizados pela mesmisse do dia-a-dia funcional.
A única coisa que essa reflexão aponta como uma luz que ainda brilha no final desse túnel de imposições sociais é que "muitas vezes temos ao nosso lado verdadeiros companheiros". Àquele ou àquela que caminha junto, sem reclamar da distância ou dos atalhos da estrada existencial que optamos por seguir.
Olhe ao seu lado; contemple seu par; perceba-o e sinta seu perfume, o cheiro da existência humana. Deixe fluir do seu âmago o carinho aprisionado pelo esquecimento, pela falta de tempo ou pelo desleixo. Faça transbordar toda emoção e ternura que estava acumulada no fundo da alma, escondida e amordaçada pela falta de atenção. Transforme tudo em doação ao Outro; à quem sempre esteve ao lado, pois o trânsito existencial é efêmero e não há tempo de sobra. Nenhum sentimento deve ser protelado.
É hora de dar sem nada pedir; entregar-se como recompensa por tudo que recebeu.
É hora de amar incondicionalmente!
Laissez votre amour!
terça-feira, 2 de outubro de 2012
CUIDADO COM AS INFORMAÇÕES DA INTERNET
Na era da internet esta sendo cada vez mais comum as pessoas divulgarem informações pessoais; a rotina de trabalho, roteiro de viagens, datas e locais de férias são informações tão corriqueiras que ninguem mais está atento ao perigo que isso poderá causar ao desavisado.
Este vídeo é um alerta àqueles que costumam divulgar informações pessoais na internet.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
APPROXIMATELY INFINITE UNIVERSE
Gostei dessa música da Yoko; na verdade gostei até das fotos dela! E bateu uma saudade dos tempos de John...
sábado, 29 de setembro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
JESUS CRISTO
Uma preocupação desnecessária ronda o nome de Jesus Cristo: o casamento. De tempos em tempos surgem indagações sobre se Jesus era solteiro ou casado; e se Maria Madalena seria sua esposa. Solteiro ou casado, com Maria Madalena ou com quem quer que fosse nada mudaria a santidade e a missão de Jesus Cristo na terra. Entretanto, sensacionalistas e especuladores estão sempre prontos a espalhar boatos sobre a questão.
Nesta semana surgiu mais uma "prova" de que Jesus seria um homem casado, e com Maria Madalena. Um papiro do século IV, divulgado pela professora norte-americana Karen King, é o centro dessa polêmica que, entretanto, já foi refutado pelo Vaticano como documento falsificado.
A única coisa que pode ser lido no papiro é a frase em copta, a lingua dos antigos cristãos, "Jesus disse para eles. Minha esposa ...".
Sinceramente, sempre tive simpatia por Maria Madalena! Creio em Jesus, o Cristo; mas me fascina também o Jesus histórico, o ser humano especial que viveu numa época em que as dificuldades de comunicação eram imensas e mesmo assim suas palavras ainda fazem eco, mesmo tendo passado mais de dois mil anos.
Se descobrirem algum documento antigo que prove que Jesus foi casado, com ou sem o aval do Vaticano, eu continuarei amando-O como Cristo e O admirando como Jesus.
NOTA: Jesus, também chamado de Jesus de Nazaré, é a figura central do cristianismo. Para a maioria dos cristãos Jesus é Cristo, a encarnação de Deus e o "Filho de Deus", que teria sido enviado ao mundo para salvar a humanidade. Acreditam que foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, mas muitos estudiosos acreditam que depois de morto, Jesus foi ao paraíso, pois foi o que Ele disse em Lucas 23:43 e ressuscitou no terceiro dia (na Páscoa). Para os adeptos do islamismo, Jesus é conhecido no idioma árabe como Isa (عيسى, transl. Īsā), Ibn Maryam ("Jesus, filho de Maria"). Os muçulmanos tratam-no como um grande profeta e aguardam seu retorno antes do Juízo Final. Alguns segmentos do judaísmo o consideram um profeta, outros um apóstata. Os quatro evangelhos canónicos são a principal fonte de informação sobre Jesus.
Embora tenha pregado apenas em regiões próximas de onde nasceu, a província romana da Judeia, sua influência difundiu-se enormemente ao longo dos séculos após a sua morte, ajudando a delinear o rumo da civilização ocidental.
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