sábado, 16 de março de 2013

O MITO DA GRAVIDEZ MASCULINA

Esse mito de que homem não consegue assistir à um parto é que o distancia da gravidez da mulher e também do filho que está por nascer.

Decrete-se o fim do mito porque o homem tem que ficar grávido junto com a mulher; estar junto na hora do parto! 

Quando nasceu meu primeiro filho eu tinha 18 anos, e chorei de emoção. 

O segundo eu já estava bem mais velho, tinha 19 anos. 

Quase nasceu em meus braços, tal a rapidez com que decidiu vir ao mundo. 

Meu terceiro filho, uma linda filha (!), foi bem programado e eu fiquei ao lado do médico (sem sentar no tal banquinho - fiquei em pé mesmo) e levei minha filha até ao colo da mãe ainda envolta na placenta; bem... mas aí eu já estava na idade da razão; tinha 30 anos! 

Cinco filhos me escolheram como pai, e fiquei "grávido" de todos; isso não tirou o mérito, a beleza, a coragem e tudo que envolve a gravidez em uma mulher. Biologicamente a gravidez é dela; solidariamente é, também, do homem.

Os homens precisam "engravidar"(!) ou continuarão distantes desse processo existencial belíssimo que é a vida! 

Por outro lado, as mulheres precisam ter mais consciência ao engravidarem. Filho não pode ser concebido sem responsabilidade, ao acaso de baladas de fim de semana; ao esquecimento de uma proteção necessária aos "ficantes" desavisados; aos interesses financeiros de uma pensão à ser postulada; aos bolsas famílias da vida. Filho é emanação divina e estão na "fila" aguardando o momento de usufruírem desta maravilha que é o viver! Portanto, cabe-nos a responsabilidade de recebe-los de forma divina, honesta, consciente e a dois: Pai e Mãe!

Bienvenue à la vie!

sábado, 2 de março de 2013

FORMIGAS

Tão comum, normal, corrigueiro, avistar-se formigas, seja em quintais de casas urbanas ou em sítios; mesmo em aptos elas vez ou outra invadem ambientes, principalmente aqueles açucarados. Pois, de tão óbvio nem mais ligamos; na verdade nunca prestamos atenção a essas pragas que se infiltram em doces, comem plantações de hortas e, algumas, mordem... e como mordem... 


São várias as espécies; as formigas da espécie Odontomachus bauri, mais conhecidas como formigas-de-estalo, mordem a uma velocidade de 100 km/h – ou 2,3 mil vezes mais rápido que um piscar de olho, o que já foi revelado através de imagens digitais em alta velocidade.

Algumas são esguias e seu andar parece flutuar em passarelas de desfiles de modas; outras, gordinhas, com gingado no andar e balancear de cadeiras. São formigas, àquelas que nem mais notamos, apesar de esgueirarem-se pelos cantos das casas ou pelas ruelas que constroem, tentando desviar das rotas de pés que as amassam ou de rodas que lhes estraçalham a vida encurtando um outro caminho, quiçá, cumprindo-se o destino.

As formigas são ligeiras, trabalham com afinco, e o adágio popular diz que essa labuta é intensa no verão para que possam descansar no inverno. Inteligentes! Confortavelmente supridas com um considerável estoque de alimentos necessários à sobrevivência, bem como outras guloseimas, elas podem desfrutar de conforto, descanso e tranqüilidade na estação mais gélida.

De tanto pisá-las, sem ao menos notarem, aliado as vezes em que propositalmente são devastadas em suas próprias moradas, pelo incômodo que causam àqueles que as exterminam, seus algózes  também, em outras vezes, às repelem como pragas, depositando veneno em seus caminhos ou pulverizando seus formigueiros.

Impossível resistir a esses temporais sorrateiros e silenciosos, sem trovões e relâmpagos, imprevistos e indefensáveis, manipulados por forças infinitamente superiores.

Ligeiras,  trabalhadoras, esguias ou ferozes, nenhuma escapa aos tsunames dos homens.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

REIKI VIA FACEBOOK

Escrevi no Facebook, há dois dias passados, uma observação à um reikiano que admiro, Swami Shankara, e agora resolvi torná-la pública neste meu Blog por conter afirmações que considero válidas e de importância aos que pretendem desenvolver e divulgar o Reiki.

Eis o texto daquela observação feita na pagina do grupo "Quantum Terapias Holísticas", anexada no Fascebook:

"Muitas pessoas fazem páginas no Facebook, assim como eu, como Shankara e tantos mais. Observei que a internet não é um espaço que se deva dar total credibilidade; que é um meio em que pessoas sem escrúpulos também agem; que a verdade é misturada com brincadeiras de mau gosto e com ideologias; que os meios de comunicação à utilizam como ferramenta de manipulação aos incautos.

"Portanto, quando falamos de Reiki, como Shankara o faz, assumimos nossa condição de reikianos publicamente e, para tanto, devemos conservar a seriedade que essa condição nos impõe. Misturar debates, opiniões, fotos e banalidades à nossa imagem, quando essa publicamente está associada ao Reiki, não é de bom alvitre, segundo minha constatação. Já vi (e li) reikianos "engalvinharem-se" em discussões intermináveis e banais ostentando a "pecha" de "mestres de reiki". Em um caso, que li e vi, pois na internet se lê e se vê (uma vez que imagens também são postadas) dois reikianos discutiam incessantemente sobre "quem sabe mais que quem".

"Lamentável!

"Faço parte de alguns grupos, como este, mas minha página no Facebook não me apresenta como reikiano, por conta de meus outros envolvimentos profissionais e políticos que não quero associar ao Reiki. E por que não quero? Por causa dos olhares externos. Hoje, em uma sociedade desarticulada, somos rotulados, misturados, "confundidos", por conta do senso comum; isto é pernicioso, mas é assim a sociedade brasileira.

"Tenho "guardada" uma página intitulada "Mestre de Reiki" há bastante tempo e não a publiquei por conta, talvez, de um cuidado excessivo.

"Esse é um dos motivos que admiro Shankara, ele se expôs e se apresenta como reikiano; e outro: suas publicações são seríssimas e seus cursos têm o cuidado de não se tornarem vulgarizados pelo rigor mínimo que ele impôs aos candidatos que se postulam à reikianos.

"Entretanto, outros, com a onda de que espalhar o Reiki é a grande maravilha do momento, o "vulgarizam" e o transformam em um conhecimento fácil, rápido, acessível, barato e que pode ser utilizado imediatamente gerando ganhos.

"Também lamentável!

"Homens sérios, que estudaram e divulgam o Reiki internacionalmente têm em seu rastro ex-alunos que "desancam" por caminhos que pensam ser paralelos e se "coroam", nessa onde globalizada, esfuziante e rápida chamada de internet, os líderes de comunidades cheias de adeptos mal preparados.

"Eu gostaria de ser um líder de Reiki, de ter muitos alunos, de espalhar o maravilhoso dom que nos foi concedido pelo Criador. Mas, como líder em outro segmento de nossa mal organizada sociedade, não ousei a tal ponto pois não quis, e não quero, misturar essas atividades. Tão logo o tempo se encarregue de me fazer esquecido; e de as pessoas perderem o iato entre uma coisa e outra, talvez eu ouse mais. Certamente, se o fizer, terei como espelho Shankara, Johnny de Carli e minhas Mestras Deise Ruas e Ma Jivan Prabhuta. A primeira enfrentando seu destino e a glória de estar percorrendo sua "via crucis", que só esta sendo possível pelo liame e o ínfimo fio invisível que à mantém forte: o Reiki. A segunda, em seu trânsito existencial, distanciando-se cada vez mais desse mundo que conhecemos e, talvez por ter sido coroada diretamente por Osho, desapegada das vaidades.

"Enfim, ao não compactuar com esse expansionismo mal feito, que atribui ao Reiki uma facilidade banal, também não creio que isso vá levar esses novos "reikianos" a serem Reikianos.

"Nível I, II, IIIA e, pasmem, IIIB em um mesmo ano; talvez em um mesmo mês, via internet, é de se perguntar: o que é isso?

"A prática não pode estar dissociada da teoria. Quem estuda é obrigado a ler. Quem quer ser reikiano tem que praticar e tem que estudar.

"Shankara já havia falado a respeito disso, em um argumento sobre teoria e uma charge sobre a degustação de uma refeição e a leitura do cardápio. Está no "post" de Shankara, aqui no Facebook, a quem interessar possa.

"Reiki, para quem quer seriedade, deve ser estudado e praticado num interregno de tempo que não pode ser tão ínfimo como andam apregoando. Não deve servir para mercantilismo e não pode ser vulgarizado como se fosse esses cursos das novas "faculdades" brasileiras em que o aluno agora é cliente, transformando os educadores em balconistas que vendem produtos chamados de intelectuais.

"O Reiki tem que ser mais sério do que tudo isso!"

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

70

Crédito: Foto extraida do site "Baú do Edú"

Se George Harrison fosse vivo estaria completando hoje 70 anos de idade; infelizmente, aos 58 anos, sua vida material despediu-se deste mundo.

Nossa homenagem ao Quiet Beatle com o vídeo abaixo:


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

MAIS ROUBOS

Uma das mais importantes matéria prima do Brasil está sendo roubada do país abertamente; e com "vista-grossa" do governo brasileiro. 

A era PT tem feito com suas ONGs, MSTs e um bando de ladrões uma verdadeira "limpeza" nas riquezas do solo brasileiro.

Veja e leia com atenção este vídeo:


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

BRASIL EM GUERRA!

A matéria abaixo é estarrecedora, não vou comentá-la, apenas sugiro que a leiam na íntegra e, depois, preocupemo-nos em fazer alguma coisa, antes que nada mais reste a ser feito:

Namorando com o suicídio
Autor: J.R.Guzzo
Revista Veja - 28/01/2013

Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais serão assassinados no Brasil até o próximo dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 — ao contrário, o fato de que um agente de polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo — algo que “acontece”, como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.


Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos govemos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem. Na França, a ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos — isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre. Na década de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes de polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte. Na década de 2000 esse número caiu para seis — apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?


Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais — e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com "a polícia", e ninguém vai se meter no meio. Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe. Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática — e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012.


O jornalista André Petry, num artigo recente publicado nesta revista, apontou um fato francamente patológico: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conseguiu o prodígio de não comparecer ao enterro de um único dos cento e tantos agentes da sua polícia assassinados ao longo do ano de 2012. A atitude seria considerada monstruosa em qualquer país sério do mundo. Aqui ninguém sequer percebe o que o homem fez, a começar por ele próprio. Se lesse essas linhas, provavelmente ficaria surpreso: "Não, não fui a enterro nenhum. Qual é o problema?". A oposição ao governador não disse uma palavra sobre sua ausência nos funerais. As dezenas de grupos prontos a se indignar 24 horas por dia contra os delitos da polícia, reais ou imaginários, nada viram de anormal na conduta do governador. A mídia ficou em silêncio. É o aberto descaso pela vida, quando essa vida pertence a um policial. É, também, a capitulação diante de uma insensatez: a de ficar neutro na guerra aberta que os criminosos declararam contra a polícia no Brasil.


Há mais que isso. A moda predominante nos governos estaduais, que vivem apavorados por padres, jornalistas, ONGs, advogados criminais e defensores de minorias, viciados em crack, mendigos, vadios e por aí afora, é perseguir as suas próprias polícias — com corregedorias, ouvidorias, procuradorias e tudo o que ajude a mostrar quanto combatem a "arbitrariedade". Sua última invenção, em São Paulo, foi proibir a polícia de socorrer vítimas em cenas de crime, por desconfiar que faça alguma coisa errada se o ferido for um criminoso; com isso, os policiais paulistas tornam-se os únicos cidadãos brasileiros proibidos de ajudar pessoas que estejam sangrando no meio da rua. É crescente o número de promotores que não veem como sua principal obrigação obter a condenação de criminosos; o que querem é lutar contra a “higienização" das ruas, a “postura repressiva” da polícia e ações que incomodem os “excluídos”. Muitos juizes seguem na mesma procissão. Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos. Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças. Roubam, agridem e matam porque querem um relógio Rolex; não aceitam viver segundo as regras obedecidas por todos os demais cidadãos, a começar pela que manda cada um ganhar seu sustento com o próprio trabalho. Começam no crime aos 12 ou 13 anos de idade, estimulados pela certeza de que podem cometer os atos mais selvagens sem receber nenhuma punição; aos 18 ou 19 anos já estão decididos a continuar assim pelo resto da vida.


Essa tragédia, obviamente, não é um “problema dos estados”, fantasia que os governos federais inventaram há mais de 100 anos para o seu próprio conforto — é um problema do Brasil. A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50000 homicídios por ano; ao ir para a cama de noite, mais 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jomada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir “políticas públicas” de segurança, em que só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir. Não tem paciência para lidar com o assunto; quer voltar logo ao seu computador, no qual se imagina capaz de montar estratégias para desproblematizar as problematizações que merecem a sua atenção. Não se dá conta de que preside um país ocupado, onde a tropa de ocupação são os criminosos.


Muito pouca gente, na verdade, se dá conta. Os militares se preocupam com tanques de guerra, caças e fragatas que não servem para nada; estão à espera da invasão dos tártaros, quando o inimigo real está aqui dentro. Não podem, por lei. fazer nada contra o crime — não conseguem nem mesmo evitar que seus quartéis sejam regularmente roubados por criminosos à procura de armas. A classe média, frequentemente em luta para pagar as contas do mês, se encanta porque também ela, agora, começa a poder circular em carros blindados: noticia-se, para orgulho geral, que essa maravilha estará chegando em breve à classe C. O número de seguranças de terno preto plantados na frente das escolas mais caras, na hora da saída, está a caminho de superar o número de professores. As autoridades, enfim, parecem dizer aos policiais: “Damos verbas a vocês. Damos carros. Damos armas. Damos coletes salva-vidas. Virem-se”.


É perturbadora, no Brasil de hoje, a facilidade com que governantes e cidadãos passaram a aceitar o convívio diário com o mal em estado puro. É um "tudo bem” crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal — “tudo bem” que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a última grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: “Proteja a sua família. Desarme-se”. É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

BOLSAS DESNUDAS

Já escrevi neste blog um artigo referente ao uso do corpo da mulher para propaganda - POR QUE? post de 23 de abril de 2012.  

Estou voltando ao assunto com a intenção de provocar meus leitores à uma resposta: POR QUE?

Por que usar o corpo feminino desnudo para uma simples propaganda de um vestuário; de uma bolsa ou de uma cerveja? Qual a relação existente entre o nú e uma carteira de couro de marca famosa?

Pois novamente me deparo com esse absurdo! Agora com propaganda de bolsas femininas.

Por que uma mulher pelada desfilando com uma bolsa? É para olhar a bolsa ou a mulher? E a platéia? Se os interessados em bolsas são do sexo feminino certamente o olhar ao nú não seria tão numeroso. Mas o que fazem uma multidão de homens num desfile de bolsas para mulheres? Certamente que não estarão a olhar bolsas.

A "melhor" foto desse desfile, ou vá lá o que seja, eu não pude postar em função dos direitos autorais. Mas posso descreve-la: um nú, de pernas abertas, somente com a bolsa a esconder o sexo. Pode? Pode!

Depois ficam roendo as unhas quando falam em fim do mundo. Isso é o fim do mundo!

Não sou moralista de plantão; tampouco pastor de igreja gritando aos quatro ventos suas idéias distorcidas; mas... Roma, Grécia, Sodoma e Gomorra, faliram quando a libertinagem suplantou a ética e esfacelou as famílias.

Depois falam dos políticos... é tudo igual! 

A permissividade é igual e quem à concede somos nós mesmos.

É tudo igual!

OLHOS AZUIS!

Vivemos em mundo de discriminações, as mais diversas e ocultas possíveis. Não nos damos conta de tantas que existem em nossa sociedade; apenas gritamos contrariados em alguns casos em que, de uma ou de outra forma, também somos afetados.

Até hoje eu pouco fiz contra a discriminação existente em relação aos negros; e tenho muitos amigos negros!

Até hoje eu nada fiz em relação a tão propalada discriminação contra os homossexuais,  porque não achei que existia discriminação e sim uma certa agressividade de parte das pessoas que resolverem expor sua intimidade, principalmente a sexual; essa forma de se expor, agressiva e espalhafatosamente, não é a maneira que eu acredito deva se conquistar alguma coisa, mesmo que seja um direito. De resto teria muita coisa a falar sobre isso. Mas o assunto é a discriminação! Se existe, e dizem que existe, contra homossexuais, é o tema que a seguir abordaremos.

Até hoje tenho sempre me colocado ao lado das mulheres que sofrem discriminação, e as defendo, e assim fiz em vários posts neste blog; assim como puxei orelhas e ainda puxarei enquanto as mulheres continuarem a usar o corpo como se fosse uma propriedade material; como se tivesse a posse de um objeto e o utilizasse a bel prazer. O corpo é uma das partes que compõe o ser humano; não pode ser utilizado como objeto. Também teria muita coisa a falar sobre isso.

Até hoje, como pai e como educador, defendi os direitos das crianças; enquanto crianças. Àquelas que são capazes de matar, sequestrar, traficar, optando por uma arma na mão, não as vejo mais como crianças. São esses casos que me fazem optar por uma maioridade penal. Se uma criança, aos 10 anos, pode comparecer há um tribunal de família e optar numa disputa pela guarda, poderá também responder pelos atos que comete. Se pode votar aos 16 anos; se pode dirigir, com a permissão dos pais; se pode movimentar conta bancária. Enfim, à infância à quem de direito.

Até hoje, nunca tive qualquer tipo de preconceito; nunca discriminei as pessoas por suas atitudes, comportamentos, fé religiosa, opções políticas ou qualquer outra situação, porque embora sejamos diferentes, somos seres-humanos!

Pois o vídeo abaixo é uma aula de mais de uma hora sobre esse assunto; poucos irão assisti-lo eu sei, mas estou tentando.  

É para o bom entendedor; vale muito mais do que aquilo que explicita. 

É a sua vez, amigo leitor:  

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

AS 7 MAIORES INVENÇÕES DOS BEATLES

Uma pena que a sexta invenção tenha ficado sem áudio, por conta dos direitos autorais; mas vale a pena assistir a esse vídeo da MTV.

 

* Créditos à Gaia e a MTV.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

OS MAIS BELOS NÚS FEMININOS!

Publiquei algumas vezes artigos especificamente sobre a mulher. Sempre afirmei que entre homem e mulher só existe a saudável diferença biológica, que inclui a estética, o resto é mito! Questões como discriminação e outras oriúndas de ramos paralelos são difundidas meramente por interesses comuns; muitas vezes por conveniência de um ou de outro. Há muito tempo que o mito da gravidez acabou; mulheres ficam grávidas sem a participação direta do homem e esta questão é de direito e decisão exclusiva delas; o homem é um mero espectador. As leis que protegem especificamente as mulheres já são interpretadas e validadas para ambos os casos, quando se trata de agressões físicas, como a Lei Maria da Penha. Aplicada para defender a mulher mas, se for o caso, para o homem também. Enfim, somos humanos e, como tal, não existem diferenças; a sociedade, ou seja, nós mesmos, é que nos impingiu mitos e tabús.

Quando o homem "usa" a mulher é por consentimento exclusivo dela, assim como a mulher, quando manipula o homem, não podemos dizer que o mesmo não sabia que isso estava acontecendo. Ambos têm claro suas responsabilidades e seus limites nas relações interpessoais.

Talvez por ter muito bem clara essas questões é que sempre tenho defendido as mulheres quando são "usadas", mesmo que saibam que o são. Entretanto também tenho sido um crítico ferrenho quando as mulheres aproveitam-se de situações para tirar proveito próprio, em detrimento do homem; como é o caso da guarda de filhos, pensão alimentícia e coisas afins.

Acabou a era da virgindade! O homem não faz "mal" a mulher, transa mesmo! E isso é um bem, para ambos.

Mulheres são musicistas, graças a Chiquinha Gonzaga; Juízas togadas; Empresárias; Caminhoneiras; Serventes de obra e Mestra de Obras. Engenheiras; Mecânicas; Presidentes da República e, uma, presidenta!

Enfim, tudo que o homem faz profissionalmente, a mulher o faz com a mesma capacidade.

Mas tem uma coisa que ainda é mito, embora o homem também faça. Ficar nú!

Quando a mulher fica núa, sempre tem um apelo; invariavelmente o sexual. E elas sabem muito bem disso! E usam; abusam! E, se lambuzam! De tanta exposição se vulgarizam, se perdem no viés da libertinagem que, enfim, toda a humanidade já está nela perdida.

Publiquei, em um dos meus últimos artigos uma crítica aos concursos de miss bumbum e afins. Muitos leitores tiveram a mesma perspectiva de análise que eu tive. Entretanto, alguns, mais preguiçosos na arte da leitura e, talvez, já com anorexia literária, não conseguiram compreender o teor daquela crítica; mas criticar não significa ser moralista.

Nada disso!

Quando critiquei o nú, critiquei a forma de exposição vulgar da mulher e o sedentarismo lascívo dos homens que como lobos famintos babam-se com olhos espugalhados às bundas siliconadas que desfilam trejeitadas como animais no cio em passarelas duvidosas. 

Creiam-me, eu gosto do nú feminino. E como gosto! Entretanto sou contrário ao uso do corpo humano como se objeto fosse.

O nú clássico, sedutor, sem apelos vulgares, é belo! Os desfiles dos concursos de "misses" podem ser lindos; sem necessidade de trejeitos, contorcionismos e malabarismos que mais parecem animais invertebrados em acasalamento.

E o belo, necessariamento tem que ser àquele que a natureza nos brindou. Belo não tem idade! E em se tratando de nú feminino, eis alguns nús de mulheres de todos os tempos. 

Em todas encontram-se beleza sem vulgaridade.

Afrodite (em grego antigo: Ἀφροδίτ, transl. Aphrodítē) é a deusa do amor, da beleza e da sexualidade na mitologia grega. Sua equivalente romana é a deusa Vênus. Historicamente, seu culto na Grécia Antiga foi importado, ou ao menos influenciado, pelo culto de Astarte, na Fenícia.
De acordo com a Teogonia, de Hesíodo, ela nasceu quando Cronos cortou os órgãos genitais de Urano e arremessou-os ao mar; da espuma (aphros) surgida ergueu-se Afrodite.

Por sua beleza, os outros deuses temiam que o ciúme pusesse um fim à paz que reinava entre eles, dando início a uma guerra; por este motivo Zeus a casou com Hefesto, que não era visto como uma ameaça. Afrodite teve diversos amantes, tanto deuses como Ares quanto mortais como Anquises. A deusa também foi de importância crucial para a lenda de Eros e Psiquê, e foi descrita, em relatos posteriores de seu mito, tanto como amante de Adônis quanto sua mãe adotiva. Diversos outros personagens da mitologia grega foram descritos como seus filhos.
Afrodite recebe os nomes de Citere ou Citereia (Cytherea) e Cípria (Cypris) por dois locais onde seu culto era célebre na Antiguidade, Citera e Chipre - ambos os quais alegavam ser o local do seu nascimento. 
  
Índia Arara: Considerados extintos por volta da década de 1940, quando escasseiam notícias sobre sua movimentação pela região, os índios conhecidos por "Arara" no vale do médio Xingu voltaram à cena com a construção da rodovia Transamazônica, no início dos anos de 1970. O trecho que hoje liga as cidades de Altamira a Itaituba, no Estado do Pará, passou a poucos quilômetros de uma das grandes aldeias onde vários subgrupos Arara se reuniam no período de estiagem. A estrada cortou plantações, trilhas e acampamentos de caça tradicionalmente utilizados pelos índios. O que antes já era um povo pequeno foi apartado pela "estrada da integração nacional": seu leito principal, suas vicinais, seus travessões, suas picadas e clareiras acessórias formaram barreiras, impedindo o trânsito dos índios pelas matas e impondo limites à tradicional interação entre os subgrupos que, vivendo dispersos pelo território, articulavam-se numa rede intercomunitária coesa.



Brigit Montfort: Povoou o imaginário dos leitores de Pocket Book e o desejo de muitos adolescentes dos anos 60 e 70. 

O que você faria se qualquer dia desses, num encontro casual, encontrasse uma morena de olhos azuis, pele dourada, cabelos negros e comprido; um corpo escultural e com aperência de vinte e poucos anos?  

Pois, essa beldade foi a personagem de um livro de bolso, da coleção ZZ7, edição da Monterrey, que mais encantou os leitores daquela época, mexendo com o imaginário de seus fãs. 

A estonteante Brigit Montfort, agente secreta da CIA, que atendia pelo codinome "Baby" foi criada pelo escritor espanhol Antonio Vera Ramirez que assinava com o pseudônimo de Lou Carrigan.



Luz del Fuego: Nome artístico de Dora Vivacqua, que nasceu em Cachoeiro do Itapemirim no dia 21 de fevereiro de 1917 e faleceu no Rio de Janeiro em 19 de julho de 1967.
Foi bailarina, conhecida como a "Luz Divina", quando atuou no circo "Pavilhão Azul". Posteriormente mudou seu nome para "Luz del Fuego".
Estudou na Europa e quando voltou revolucionou os costumes da época ao se apresentar seminua, com duas cobras Jiboias enroladasem seu corpo.
Foi adepta da alimentação vegetariana e do nudismo. Não fumava e não ingeria bebidas alcóolicas. Fundou o primeiro clube naturista do Brasil na Ilha Tapuama de Dentro, rebatizada como "Ilha do Sol".


Brigitte Bardot: Brigitte Anne-Marie Bardot nasceu em Paris no dia 28 de setembro de 1934; foi atriz, cantora, modelo e símbolo sexual dos anos 50 e 60, conhecida pelas iniciais BB.
Tornou-se ativista dos direitos dos animais após se retirar do mundo artístico, se afastando da vida pública.
Ícone de popularidade na década de 60 foi eleita pela revista TIME um dos cem nomes mais influentes da história da moda.
Mesmo sem nunca ter ganho grandes prêmios de cinema, Brigitte Bardot causava histeria na imprensa mundial, era uma das poucas atrizes não americanas que recebiam grande atenção da imprensa dos Estados Unidos naquela época.

Leila Diniz: Leila Roque Diniz nasceu no dia 25 de março de 1945, em Niterói, Rio de Janeiro, onde passou a maior parte de sua vida. Faleceu em um desastre de avião, no dia 14 de julho de 1972, aos 27 anos, quando voltava de uma viagem. Formada professora, trabalhou em um jardim de infância e, aos 17 anos, conheceu o cineasta Domingos Oliveira, com quem se casou. Depois de terminar o relacionamento, que durou três anos, passou a trabalhar como atriz, primeiro no teatro e, a seguir, na televisão e no cinema. Casou-se também com o diretor de cinema Ruy Guerra, com quem teve uma filha.
Leila participou de 14 filmes, 12 telenovelas e várias peças teatrais. Na Austrália, ganhou o prêmio de melhor atriz com o filme Mãos vazias.



Simone de Beauvoir: Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir, mais conhecida como Simone de Beauvoir (Paris, 9 de janeiro de 1908 - Paris, 14 de abril de 1986), foi escritora, filósofa existencialista e feminista francesa.
Escreveu romances, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e uma autobiografia.
Esta foto, de 1952, é famosíssima, foi realizada pelo fotógrafo norte-americano Art Shay, em Chicago, durante uma estadia da libertária escritora na cidade. Uma foto roubada, mas posteriormente autorizada, enquanto a escritora estava ao toucador.
 "Nenhuma educação pode impedir a menina de tomar consciência de seu corpo e de sonhar com seu destino; quando muito pode impor-lhe estritos recalques que pesarão mais tarde sobre toda a sua vida sexual" (Simone de Beauvoir).



Marilyn Monroe, nome artístico de Norma Jeane Mortenson (Los Angeles, 1º de junho de 1926 - Los Angeles, 5 de agosto de 1962) foi uma das célebres atrizes norte-americanas e uma das mais famosas estrelas de cinema de todos os tempos, um símbolo de sensualidade e um ícone de popularidade no século XX.
Acredita-se que tenha tido um relacionamento com o Presidente John Kennedy.


Elizabeth Taylor: Elizabeth Rosemond Taylor, conhecida mundialmente como Liz Taylor (Londres, 27 de fevereiro de 1932 - Los Angeles, 23 de março de 2011) foi uma premiada atriz norte-americana nascida na Inglaterra.

Liz foi grande amiga e conselheira de Mike Jackson, estando ao lado daquelo astro nos momentos mais difíceis da vida do cantor, quando foi acusado de abusar de menores; também estava ao lado do ídolo pop no final da sua vida e amparado seus filhos quando da tragédia que o vitimou.





Tara Lyn: A top plus-size Tara Lynn foi capa da revista Elle estrelando um editorial de mais de 20 páginas, ostentando seu exuberante manequim 48.


Com fotos de David Oldham, o ensaio causou polêmica, já que as curvas generosas de Tara foram vistas em uma imagem da modelo nua. Cheia de estilo, a modelo plus-size aparece nas páginas da Elle usando peças de grifes como Chanel, Chloé, Hermès e Tommy Hilfiger, entre outras. 



Yoko Ono: (オノ・ヨーコ(小野 洋子) A vanguardista japonesa que conquistou o coração de John Lennon foi acusada durante muito tempo de ter sido a responsável pela separação dos Beatles; recentemente Paul McCartney desmentiu a história amenizando a furia dos fãs, amordaçada durante todos esses anos, o que, de certa forma, já tinha sido feito também por George Harrison em 1996.
Nascida em Tóquio, em 18 de fevereiro de 1933, Yoko é cantora, cineasta e artísta plástica de vanguarda; viúva de John tem um filho com o cantor, Sean Lennon e uma filha, Kyoko Chan Cox, do seu primeiro relacionamento.
Atualmente vive em Nova Iorque. Suas obras, tanto musicais quanto plásticas e conceituais, são caracterizadas pela provocação, introspecção e pacifismo.
Nascida numa família rica, Yoko Ono teve oportunidade durante a infância de estudar em Gakushin, uma das mais exclusivas escolas do Japão. Durante este período estudou também piano clássico e canto.



Ann Duhan: Ann Duhan Soetero; outra mulher fora do seu tempo. Mãe do Presidente dos Estados Unidos, Barack Hussen Obama, criou o filho com rigor mas com muito carinho. 

PhD em Antropologia, escreveu uma tese de mais de mil páginas, publicada postumamente.

Existem controvérsias a respeito de Ann Duhan e a mais questionada é sobre atividades ligadas com a CIA, quando Obama ainda era menino.

Morreu de cancer no ovário em 1995.





Carla Bruni: Carla Bruni-Sarkozi nasceu em Turim, no dia 23 de dezembro de 1967 e foi registrada Carla Gilberta Bruni Tedeschi.

Ex-modelo, cantora e compositora franco-italiana. 

Casada com o 23º presidente da França, Nicolas Sarkozi, foi primeira dama do país entre 2008 e 2012.



Dercy Gonçalves: a brasileira que dispensa comentários pois todos a conhecem. Viveu mais de 100 anos.


Dolores Gonçalves Costa, mais conhecida como Dercy Gonçalves, foi uma atriz, humorista e cantora brasileira, oriunda do teatro de revista, notória por suas participações na produção cinematográfica brasileira das décadas de 1950 e 1960.

Nascimento: 23 de junho de 1907, Santa Maria Madalena
Falecimento: 19 de julho de 2008, Rio de Janeiro
Cônjuge: Danilo Bastos (de 1943 a 1963)
Filha: Decimar
Filiação: Margarida Gonçalves e Manoel Gonçalves Costa




Carla Manso:  Em seu blog escreveu:
Meu nome é Carla Manso. Moro em Guarulhos, São Paulo. Sou uma tímida, porém ousada taurina de 25 anos. Sou mãe do Lucas, de 4 anos. Peso 95 kg e tenho 1,70 m de altura. Embora tenha feito faculdade de Rádio e TV e Técnico em Comunicação Visual, trabalho como jornalista e modelo Plus Size. Amo fotografar e ser fotografada.





Hellen Mirren, Ilyena Vasilievna Mironov, 64 anos. Atriz indicada ao Oscar por três vezes, já ganhou um; além de outros prêmios importantes como o Globo de Ouro. É casada com o diretor Taylor Hackford desde 1977. Já interpretou três rainhas da Inglaterra em diferentes filmes.
 
Helen recebeu o Óscar de Melhor Atriz em 2007 por A Rainha. A atriz recebeu uma indicação para o Globo de ouro e o Oscar 2010 por sua atuação em The Last Station




Aliaa Magda Elmahdy (1991) é uma blogueira e ciberativista egípcia. É estudante de ciência política na Universidade Americana do Cairo.

Desafiou publicamente as convenções sociais ao publicar num blog fotografias dela mesma nua, com o título de Nude Art. Definiu o ato em seu Facebook como um ato de gritos contra a violência, o racismo, o sexismo, o assédio sexual e hipocrisia

O Egito sempre foi um país conservador, onde a maioria das mulheres tapa o rosto e corpo. As fotos foram postadas em 23 de outubro de 2011 no blog e posteriormente no Twitter com a hashtag #nudephotorevolutionary.




Maddona: Atriz e Cantora norte-americana.

Madonna Louise Veronica Ciccone Ritchie, na década de 1980, revolucionou o mundo pop e escandalizou a mídia. Simplesmente com o pré-nome, Madonna, tornou-se uma das maiores estrelas da música internacional.

Nascida em uma família de origem italiana, perdeu a mãe quando tinha cincos anos, ficando ao lado de seus cinco irmãos. Seu pai se casou novamente e teve mais dois filhos. Madonna deu aulas de dança e piano e ganhou uma bolsa para a Universidade de Michigan, em Detroit.



Janis Joplin: Janis Lyn Joplin nasceu em 19 de janeiro de 1943, e até hoje é reconhecida como uma das vozes mais marcantes do blues, sob influência do rock, que já passou pelo nosso planeta. Nasceu na cidade de Port Arthur, estado do Texas, EUA.


A carreira solo de Janis Joplin foi iniciada em 1969; ficou famosa, mas tinha uma personalidade instável e dependente das drogas.

Joplin morreu em 4 de outubro de 1970, na cidade de Los Angeles, Califórnia, aos 27 anos de idade, de overdose de heroína. A cantora foi homenageada de várias formas, as cinzas de seu corpo cremado foram jogadas no Oceano Pacífico e sua vida foi contada no filme “The Roses”.

 
Thalma de Freitas: Atriz e cantora brasileira. Atuou em várias novelas e, como cantora, tem CD gravado, com canções clássicas.

Filha de músico, a atriz, canta, fazia backing vocal para o músico Zé Ricardo e apresentava-se em bares cariocas; também foi crooner da Big Band Orquestra Imperial




Scarlett Johansann: Foto roubada do celular da atriz e que caiu na internet.

Scarlett Ingrid Johansson, mas conhecida como Scarlett Johansson, é uma atriz, cantora e modelo americana de ascendência dinamarquesa; Foi casada com Ryan Reynolds.



Maitê Proença: Maitê Proença Gallo
atriz, apresentadora de televisão e escritora brasileira.


Luiza Brunet: Modelo brasileira.



Mel Lisboa: Atriz brasileira.




Desconhecida: fotografada na praia do Flamengo, Rio.


Luana Piovani: Atriz brasileira; bonita mas... perigosa.