Lula anda dizendo, ostensivamente, que não acredita em nadinha do que diz a Procuradoria Geral da República que denunciou os 40 responsáveis pelo mensalão.
"Eu não acredito que haja qualquer evidência de que o Dirceu cometeu o crime de que ele está sendo acusado", diz Lula freqüentemente.
Se Dirceu é inocentado pelo Presidente da República, certamente o Bob Jefferson e os demais também estão isentos de culpa.
Todos eles são santos nessa história!
Culpados somos nós que ficamos enrrolados em misteriosas acusações; armações policialescas; CPMIs duvidosas e etc... montadas para desviar o foco de muita coisa grave que estava naquele momento rondando o Palácio do Planalto.
Amorteceram o escândalo do mensalão e não propiciaram o aparecimento de muitos outros escândalos estarrecedores com um aparato policial que prendeu assessores, usou sabidamente dois empresários para a encenação (depois acusados de tentar fazer jogo sujo contra o Alckimin a mando do PT) e muitíssimo mais.
Mas muita coisa ainda vai ser revelada, certamente!
O Prof. Irapuan Teixeira, PhD, pesquisador da Florida Christian University - Orlando/USA, escreve desde o ano de 1989 sobre a Realidade Política no Brasil. Ao se aposentar do Parlamento Brasileiro criou o "Blog do Ira" e o Blog VISÃO POLÍTICA em Agosto de 2007. «Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.» (Émile Zola)
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
sábado, 22 de setembro de 2007
SARKOZY II
Já manifestei minha simpatia por Nicolas Sarkozy, o Presidente Francês, em outras ocasiões e neste blog, num texto postado em 20 de agosto. Agora volto a fazê-lo, pois o Presidente da França é um homem realmente interessado pelas questões que envolvem seu país, o que, invejo eu, assim deveriam ser nossos presidentes.
Meu companheiro de jornada política, Vanderlei Assis, grande médico homeopata da Ilha do Governador, no Rio, traduziu e me mandou um discurso de Sarcozy; remendei algumas palavras por conta dos meus tempos de estudante em Paris e o reproduzo a seguir, esperando que alguns pretendentes ao cargo maior no Brasil se espelhem em ações de desenvolvimento e não nas retrógadas que costumamos reproduzir.
Eis o dicurso de posse do Presidente Francês:
"Derrotamos a frivolidade e a hipocrisia dos intelectuais progressistas; o pensamento único daquele que sabe tudo e que condena a política enquanto a mesma é praticada.
Não vamos permitir a mercantilização de um mundo onde não há lugar para a cultura:
Desde 1968 não se podia falar da moral.
Haviam-nos imposto o relativismo, a idéia de que tudo é igual, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, que o aluno vale tanto como o mestre, que não se podiam dar notas para não traumatizar o mau estudante.
Fizeram-nos crer que a vítima conta menos que o delinqüente.
Que a autoridade estava morta, que as boas maneiras haviam terminado.
Que não havia nada sagrado, nada admirável.
Era o slogan de maio de 68 nas paredes de Sorbone:
"viver sem obrigações e gozar sem trabalhar."
Quiseram terminar com a escola de excelência e do civismo. Assassinaram os escrúpulos e a ética.
Uma esquerda hipócrita que permitia indenizações milionárias aos grandes executivos e o triunfo do predador sobre o empreendedor. Esta esquerda está na política, nos meios de comunicação, na economia. Ela tomou o gosto do poder.
A crise da cultura do trabalho é uma crise moral.
Vou reabilitar o trabalho. Deixaram sem poder as forças da ordem e criaram uma frase: "abriu-se uma fossa entre a polícia e a juventude."
Os vândalos são bons e a polícia é má. Como se a sociedade fosse sempre culpada e o delinqüente inocente.
Defendem os serviços públicos, mas jamais usam o transporte coletivo.
Amam tanto a escola pública, mas seus filhos estudam em colégios privados.
Dizem adorar a periferia e jamais vivem nela. Assinam petições quando se expulsa um invasor de moradia, mas não aceitam que o mesmo se instale em sua casa.
Essa esquerda que desde maio de 1968 renunciou o mérito e o esforço, que atiça o ódio contra a família, contra a sociedade e contra a república.
Isto não pode ser perpetuado num país como a França e por isso estou aqui. Não podemos inventar impostos para estimular aquele que cobra do estado sem trabalhar.
Quero criar uma cidadania de deveres.
Primeiro os deveres, logo após os direitos".
Nicolas sarkozy, Presidente da França
Meu companheiro de jornada política, Vanderlei Assis, grande médico homeopata da Ilha do Governador, no Rio, traduziu e me mandou um discurso de Sarcozy; remendei algumas palavras por conta dos meus tempos de estudante em Paris e o reproduzo a seguir, esperando que alguns pretendentes ao cargo maior no Brasil se espelhem em ações de desenvolvimento e não nas retrógadas que costumamos reproduzir.
Eis o dicurso de posse do Presidente Francês:
"Derrotamos a frivolidade e a hipocrisia dos intelectuais progressistas; o pensamento único daquele que sabe tudo e que condena a política enquanto a mesma é praticada.
Não vamos permitir a mercantilização de um mundo onde não há lugar para a cultura:
Desde 1968 não se podia falar da moral.
Haviam-nos imposto o relativismo, a idéia de que tudo é igual, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, que o aluno vale tanto como o mestre, que não se podiam dar notas para não traumatizar o mau estudante.
Fizeram-nos crer que a vítima conta menos que o delinqüente.
Que a autoridade estava morta, que as boas maneiras haviam terminado.
Que não havia nada sagrado, nada admirável.
Era o slogan de maio de 68 nas paredes de Sorbone:
"viver sem obrigações e gozar sem trabalhar."
Quiseram terminar com a escola de excelência e do civismo. Assassinaram os escrúpulos e a ética.
Uma esquerda hipócrita que permitia indenizações milionárias aos grandes executivos e o triunfo do predador sobre o empreendedor. Esta esquerda está na política, nos meios de comunicação, na economia. Ela tomou o gosto do poder.
A crise da cultura do trabalho é uma crise moral.
Vou reabilitar o trabalho. Deixaram sem poder as forças da ordem e criaram uma frase: "abriu-se uma fossa entre a polícia e a juventude."
Os vândalos são bons e a polícia é má. Como se a sociedade fosse sempre culpada e o delinqüente inocente.
Defendem os serviços públicos, mas jamais usam o transporte coletivo.
Amam tanto a escola pública, mas seus filhos estudam em colégios privados.
Dizem adorar a periferia e jamais vivem nela. Assinam petições quando se expulsa um invasor de moradia, mas não aceitam que o mesmo se instale em sua casa.
Essa esquerda que desde maio de 1968 renunciou o mérito e o esforço, que atiça o ódio contra a família, contra a sociedade e contra a república.
Isto não pode ser perpetuado num país como a França e por isso estou aqui. Não podemos inventar impostos para estimular aquele que cobra do estado sem trabalhar.
Quero criar uma cidadania de deveres.
Primeiro os deveres, logo após os direitos".
Nicolas sarkozy, Presidente da França
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
DIREITOS HUMANOS
Os "Direitos Dumanos" querem que o Perú pague indenização para as famílias do "temido grupo rebelde", e terroristas, Sendero Luminoso. O Presidente do país diz que não paga.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
20 DE SETEMBRO
Parabéns para nós, gaúchos, neste 20 de setembro que marca mais um aniversário da Revolução Farroupilha.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
FALTOU DIZER, RENAN!
Renan na sua defesa assoprou aos ouvidos mais atentos que Heloisa Helena tem contas a acertar com o fisco; que Jeferson Perez tem alguns cabides de emprego; que Pedro Simon andou gastando dinheiro do Senado para coisinhas particulares e esqueceu o Tião Viana, que emprega a Assessora do PT também no Senado, com o salário de assitente parlamentar-1, cujo valor é de R$ 6.773,41, mais o auxílio alimentação de R$ 560,00.
Um esquecimento providencial, não é Renan?
Um esquecimento providencial, não é Renan?
PATIFARIA
Os deputados aposentados da Bahia estão querendo receber o mesmo valor do salário dos deputados com madato, incluindo nas aposentadorias todas as outras benesses abocanhadas pelos da ativa.
Um deputado com mandato, alem do salário, recebe outras ajudas de custo para despesas com a atividade parlamentar, mas que não podem ser incorporadas; os baianos aposentados querem tudo isso para que seus salários de 12mil passem para 45mil. Pode isso meus deuses!
Já entraram na Justiça e ganharam, com direito ao retroativo que somará 150 milhões.
Cabe recurso e diz o Presidente da Assembléia Legislativa da Bahia que o usará, numa tentativa de coibir esse furto do erário público.
Tambem quero minha aposentadoria, e a estou aguardando, pois trabalhei mais de 40 anos, incluindo aí o Magistério Público Estadual; o Exército Brasileiro; O Magistério Superior Particular e a Câmara Federal, e não abro mão desse meu direito; mas querer somar as ajudas de custo ao salário, que sabemos são para desenvolver a atividade parlamentar, já é patifaria.
Mas, de patifes a política está cheia, e o povo gosta disso, pois elegem os patifes a cada eleição.
Um deputado com mandato, alem do salário, recebe outras ajudas de custo para despesas com a atividade parlamentar, mas que não podem ser incorporadas; os baianos aposentados querem tudo isso para que seus salários de 12mil passem para 45mil. Pode isso meus deuses!
Já entraram na Justiça e ganharam, com direito ao retroativo que somará 150 milhões.
Cabe recurso e diz o Presidente da Assembléia Legislativa da Bahia que o usará, numa tentativa de coibir esse furto do erário público.
Tambem quero minha aposentadoria, e a estou aguardando, pois trabalhei mais de 40 anos, incluindo aí o Magistério Público Estadual; o Exército Brasileiro; O Magistério Superior Particular e a Câmara Federal, e não abro mão desse meu direito; mas querer somar as ajudas de custo ao salário, que sabemos são para desenvolver a atividade parlamentar, já é patifaria.
Mas, de patifes a política está cheia, e o povo gosta disso, pois elegem os patifes a cada eleição.
domingo, 16 de setembro de 2007
MENTIRA, MENTIRA!
Mentira, mentira!
Foi com essa palavra, pronunciada duas vezes aos gritos dentro do Plenário do Senado, que Heloisa Helena fez, veementemente, sua defesa contra as acusações que lhe foram jogadas na cara pelo Senador Renan Calheiros, Presidente do Congresso Nacional.
Não entendi porque permitiram a uma ex-senadora ocupar a tribuna para atuar como advogada de acusação contra o Presidente do Senado; ela não é mais senadora, mesmo que ainda grite muito. Vai precisar buscar nas urnas a vaga que deixou facilmente Collor ocupar, porque teve medo de disputar com o ex-Presidente da República.
Tivesse sonhado menos e trabalhase o que devia poderia ter incomodado Collor bem mais do que quis incomodar Lula.
Encenou uma briga com o seu ex-companheiro Luis Inácio e resolveu ataca-lo; talvez sonhando que com isso poderia chegar próximo ao segundo turno e apoiar a direita, que ela tanto fala que detesta. Na verdade a professora, que por sinal anda gasiando (ou cabulando) as aulas, há muito tempo apoia a direita, embora ande vestida de esquerda; foi assim quando votou a favor do sócio do juiz lalau e amigo desde a infância de Fernando Collor, o senador cassado Luiz Estevão (que por sinal Heloisa Helena não queria que fosse cassado, mas foi!).
Tentou livrar Luiz Estevão, o sócio do juiz lalau; possibilitou a eleição de Fernando Collor com facilidade; instigou o espírito de corpo dos senadores no julgamento de Renan quando atiçou seus comandados deputados para que invadissem o senado aos gritos, tapas, empurrões, socos e tudo aquilo que há muito tempo estão acostumados a fazer.
O que conseguiram foi a revanche dos senadores com um recadinho: quem manda aqui somos nós, senadores, e não os deputados.
Esse papinho de moralismo barato ensaiado por meia duzia de vestais de calça curta só serve para aumentar e reforçar o cinturão da impunidade pois o jogo naquelas casas não é de amadores. E se tentarem me dizer o contrário, eu é que vou gritar:
Mentira, mentira!
Foi com essa palavra, pronunciada duas vezes aos gritos dentro do Plenário do Senado, que Heloisa Helena fez, veementemente, sua defesa contra as acusações que lhe foram jogadas na cara pelo Senador Renan Calheiros, Presidente do Congresso Nacional.
Não entendi porque permitiram a uma ex-senadora ocupar a tribuna para atuar como advogada de acusação contra o Presidente do Senado; ela não é mais senadora, mesmo que ainda grite muito. Vai precisar buscar nas urnas a vaga que deixou facilmente Collor ocupar, porque teve medo de disputar com o ex-Presidente da República.
Tivesse sonhado menos e trabalhase o que devia poderia ter incomodado Collor bem mais do que quis incomodar Lula.
Encenou uma briga com o seu ex-companheiro Luis Inácio e resolveu ataca-lo; talvez sonhando que com isso poderia chegar próximo ao segundo turno e apoiar a direita, que ela tanto fala que detesta. Na verdade a professora, que por sinal anda gasiando (ou cabulando) as aulas, há muito tempo apoia a direita, embora ande vestida de esquerda; foi assim quando votou a favor do sócio do juiz lalau e amigo desde a infância de Fernando Collor, o senador cassado Luiz Estevão (que por sinal Heloisa Helena não queria que fosse cassado, mas foi!).
Tentou livrar Luiz Estevão, o sócio do juiz lalau; possibilitou a eleição de Fernando Collor com facilidade; instigou o espírito de corpo dos senadores no julgamento de Renan quando atiçou seus comandados deputados para que invadissem o senado aos gritos, tapas, empurrões, socos e tudo aquilo que há muito tempo estão acostumados a fazer.
O que conseguiram foi a revanche dos senadores com um recadinho: quem manda aqui somos nós, senadores, e não os deputados.
Esse papinho de moralismo barato ensaiado por meia duzia de vestais de calça curta só serve para aumentar e reforçar o cinturão da impunidade pois o jogo naquelas casas não é de amadores. E se tentarem me dizer o contrário, eu é que vou gritar:
Mentira, mentira!
sábado, 15 de setembro de 2007
ARGENTINA
Permanecerei no Palácio das Águas Claras para observar os conchavos políticos que acontecem, em tempos de crise, nos finais de semana.
Abortei minha viagem à Buenos Aires, com outros mais, para ficar na minha trincheira palaciana; que por sinal não é mantida com verba pública.
Garanto que na terça feira tem novidades, reforçadas pelos encontros informais deste fim de semana.
Abortei minha viagem à Buenos Aires, com outros mais, para ficar na minha trincheira palaciana; que por sinal não é mantida com verba pública.
Garanto que na terça feira tem novidades, reforçadas pelos encontros informais deste fim de semana.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
AS AMEAÇAS
Ameaça pra cá e ameaça pra lá; foi o tom desenvolvido no Senado pela tropa de choque de Renan em busca da absolvição, que aconteceu.
Os ameaçados têm agora dupla culpa. Primeiro porque deve existir alguma coisa errada que fez com que as ameaças vingassem; segundo votaram com medo de ameaças, não atuando de acordo com a delegação que o povo lhes concedeu.
Vai dai que o povo deverá manda-los para casa definitivamente nas proximas eleições; se não o fizerem que calem a boca e depois não falem dos políticos corruptos, pois eles serão, ou são, a cara de quem os elegeu.
Os ameaçados têm agora dupla culpa. Primeiro porque deve existir alguma coisa errada que fez com que as ameaças vingassem; segundo votaram com medo de ameaças, não atuando de acordo com a delegação que o povo lhes concedeu.
Vai dai que o povo deverá manda-los para casa definitivamente nas proximas eleições; se não o fizerem que calem a boca e depois não falem dos políticos corruptos, pois eles serão, ou são, a cara de quem os elegeu.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
VESTAIS DE ARAQUE
A palhaçada representada por agressões no Senado mostra claramente quem são aqueles que estão pendurados em um mandato por conta do descaso nas urnas. Votar em qualquer um é o que dá. Votar no primeiro nome que aparece; votar no nome conhecido; votar naquele que já tem mandato e por aí a fora.
Os vestais estão sempre nas primeiras páginas pois fazem tudo para aparecer; é o caso agora de meia duzia de deputados, já acostumados a ganhar votos em função das fanfarras, que adentraram ao Senado na base do empurrão, não para contribuir na votação que avalia a perda ou não do mandato do Presidente do Congresso, o Senador Renan Calheiros, mas para aparecer nas câmeras de tv, nos jornais, para forçarem entrevistas com vazamente de informações o que, no minímo, seria caso para o conselho de ética.
Querem a cabeça de Renam e fazem pior.
Está escrito no Consultor Jurídico, não é comentário meu, está lá para quem quiser ler: Raul Jungmann, um dos vestais da Câmara, luta para segurar processos que o mandariam de volta para casa. "Ele é acusado de participar de um esquema de desvio de recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Jungmann foi ministro do Desenvolvimento Agrário no governo Fernando Henrique Cardoso.
Além do deputado, mais oito pessoas e três empresas são rés na ação da Procuradoria. De acordo com o Ministério Público Federal, o esquema envolvia o desvio de recursos públicos para o pagamento de contratos de publicidade do Incra, em um prejuízo estimado de R$ 33 milhões, entre os anos de 1998 e 2002".
E tem mais coisas em andamento por aí;
Olhem os vestais, e desconfiem.
Os vestais estão sempre nas primeiras páginas pois fazem tudo para aparecer; é o caso agora de meia duzia de deputados, já acostumados a ganhar votos em função das fanfarras, que adentraram ao Senado na base do empurrão, não para contribuir na votação que avalia a perda ou não do mandato do Presidente do Congresso, o Senador Renan Calheiros, mas para aparecer nas câmeras de tv, nos jornais, para forçarem entrevistas com vazamente de informações o que, no minímo, seria caso para o conselho de ética.
Querem a cabeça de Renam e fazem pior.
Está escrito no Consultor Jurídico, não é comentário meu, está lá para quem quiser ler: Raul Jungmann, um dos vestais da Câmara, luta para segurar processos que o mandariam de volta para casa. "Ele é acusado de participar de um esquema de desvio de recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Jungmann foi ministro do Desenvolvimento Agrário no governo Fernando Henrique Cardoso.
Além do deputado, mais oito pessoas e três empresas são rés na ação da Procuradoria. De acordo com o Ministério Público Federal, o esquema envolvia o desvio de recursos públicos para o pagamento de contratos de publicidade do Incra, em um prejuízo estimado de R$ 33 milhões, entre os anos de 1998 e 2002".
E tem mais coisas em andamento por aí;
Olhem os vestais, e desconfiem.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
AÉCIO PRESIDENTE
Se não houver um "golpe político", e isso não se pode descartar, o atual governador de Minas Gerais, Aécio Neves, será o novo Presidente da República.
Sobre o golpe, obvio, já sabemos que está sendo articulado nos bastidores da Câmara. É golpe sim, querer copiar a constituição venezuelana; e é isso que, sorrateiramente, perambula de ouvido em ouvido entre os apoiadores do "chavismo-lulista".
Sobre Aécio, ele é a bola da vez. É, o próximo Presidente da República!
Sobre o golpe, obvio, já sabemos que está sendo articulado nos bastidores da Câmara. É golpe sim, querer copiar a constituição venezuelana; e é isso que, sorrateiramente, perambula de ouvido em ouvido entre os apoiadores do "chavismo-lulista".
Sobre Aécio, ele é a bola da vez. É, o próximo Presidente da República!
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
EGOISMO
Posso dizer que tenho uma longa carreira como psicanalista e estudioso das ciências humanas. Embora tenha começado um pouco tarde para os padrões esquemáticos da educação dos pedagogos da hora certa, minha vida acadêmica soma mais de 40 anos.
Mas não sou somente um teórico; as experiências em minha vida tiveram também presença marcante em toda essa trajetória.
Ao analisar o comportamento e as relações interpessoais de pais e mães separados pude observar o quanto são egoístas em detrimento do bem estar da criança.
Fico estarrecido quando observo que o mais importante para os pais é o que eles sentem, sem ao menos se perguntarem o que seu filho ou filha sente.
A disputa pela guarda horroriza-me; são embates ridículos com os mais variados argumentos como se as emoções e os sentimentos pudessem ser coisas empíricas a serem divididas em partes, cortadas aos pedaços, para que cada um abocanhe seu naco.
Aos que se dizem pais eu os desafio à renúncia; a abrirem mão da posse.
Certamente que com isso será menos dolorosa para os filhos a outra inconseqüência já feita: a separação.
Mas não sou somente um teórico; as experiências em minha vida tiveram também presença marcante em toda essa trajetória.
Ao analisar o comportamento e as relações interpessoais de pais e mães separados pude observar o quanto são egoístas em detrimento do bem estar da criança.
Fico estarrecido quando observo que o mais importante para os pais é o que eles sentem, sem ao menos se perguntarem o que seu filho ou filha sente.
A disputa pela guarda horroriza-me; são embates ridículos com os mais variados argumentos como se as emoções e os sentimentos pudessem ser coisas empíricas a serem divididas em partes, cortadas aos pedaços, para que cada um abocanhe seu naco.
Aos que se dizem pais eu os desafio à renúncia; a abrirem mão da posse.
Certamente que com isso será menos dolorosa para os filhos a outra inconseqüência já feita: a separação.
sábado, 8 de setembro de 2007
ANISTIA
Sempre elogiei Nelson Jobim, como político, como magistrado e agora como ministro eu ainda o tenho em alta conta. Não acredito que esteja com picuinhas em torno de um livreco e o alto comando do Exército. Seria de uma pequenez rasteira e lodosa que o levaria ao mais baixo nível da bateção de boca; não é coisa de ministro, menos ainda do porte de um Nelson Jobim.
Quanto ao diz-que-me-disse, ou a anistia serve para os dois lados ou, então, revogue-se tudo, a começar pelos "guerrilheiros" do PT.
Quanto ao diz-que-me-disse, ou a anistia serve para os dois lados ou, então, revogue-se tudo, a começar pelos "guerrilheiros" do PT.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
7 DE SETEMBRO
Que a independência que o Brasil conquistou seja de todos os cidadãos de nossa pátria!
O dia de hoje é tambem para homenagearmos as Forças Armadas:
EXÉRCITO BRASILEIRO
FORÇA AÉREA BRASILEIRA
MARINHA DO BRASIL
Continuamos confiando e contando com essas instituições para garantir nossa soberania, independência e tranquilidade para a nação.
O dia de hoje é tambem para homenagearmos as Forças Armadas:
EXÉRCITO BRASILEIRO
FORÇA AÉREA BRASILEIRA
MARINHA DO BRASIL
Continuamos confiando e contando com essas instituições para garantir nossa soberania, independência e tranquilidade para a nação.
GOLPISMO
Continua a falar bobagens o sr. Ricardo Berzoini, que está deputado pela segunda vez; como muitos, desconhece a Constituição, embora um Deputado Federal tenha a obrigação de conhecer-la.
Sempre petulante, nas raras vezes em que comparece ao plenário anda pelos corredores da Câmara como se estivesse com o rei na barriga; pensa que ainda é ministro e esquece, ou não sabe (santa ignorância!!!) de que Senado Federal e Câmara dos Deputados, juntos, formam o Congresso Nacional. As besteiras que anda dizendo sobre o fechamento do Senado só podia sair da boca de quem anda pensando em golpe.
Onde andam as instituições que sempre estão alertas a qualquer perigo que ameace a democracia? quem sabe a OAB da um puxãozinho de orelha no nobre deputado e o convida a ler a Carta Magna?
Felizmente a fase dos "reis" termina com o exercício democrático do voto nas próximas eleições.
Sempre petulante, nas raras vezes em que comparece ao plenário anda pelos corredores da Câmara como se estivesse com o rei na barriga; pensa que ainda é ministro e esquece, ou não sabe (santa ignorância!!!) de que Senado Federal e Câmara dos Deputados, juntos, formam o Congresso Nacional. As besteiras que anda dizendo sobre o fechamento do Senado só podia sair da boca de quem anda pensando em golpe.
Onde andam as instituições que sempre estão alertas a qualquer perigo que ameace a democracia? quem sabe a OAB da um puxãozinho de orelha no nobre deputado e o convida a ler a Carta Magna?
Felizmente a fase dos "reis" termina com o exercício democrático do voto nas próximas eleições.
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