Essa maldita CPMF, que usurpa dinheiro do contribuinte para encher o bolso do governo pode estar sendo mal compreendida. De um lado ela, a CPMF, está sendo o único imposto que não pode ser sonegado; de outro, de centavo em centavo acumula bilhões que o governo usa para fazer a sua politicagem.
Jatene, seu criador, teve a idéia lúcida de utiliza-la na área da saúde, mas o percurso do imposto antes de chegar ao seu destino preenche lacunas da politicagem torpe dos governantes.
Certo seria criarmos um único imposto, matéria já discutida na Câmara várias vezes; entretanto até hoje nada de concreto se conseguiu nesse sentido.
Agora o Senado está com as cartas na mão para decidir o destino da CPMF quem foi aprovada na CCJ, mas isso é só uma pequena etapa, a grande batalha será sempre no Plenário que, se decidir pela sua continuidade, deverá, pelo menos, trocar a sigla pois sua provisoriedade já se esgotou há muito tempo.
Portanto, em dezembro, vamos ao Plenário!
O Prof. Irapuan Teixeira, PhD, pesquisador da Florida Christian University - Orlando/USA, escreve desde o ano de 1989 sobre a Realidade Política no Brasil. Ao se aposentar do Parlamento Brasileiro criou o "Blog do Ira" e o Blog VISÃO POLÍTICA em Agosto de 2007. «Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.» (Émile Zola)
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
COMPANHEIRADA
Disse Katia Abreu à Fôlha "que o governo esbanja o dinheiro que arrecada sem fazer a menor economia; com 36 ministérios, 115 empresas estatais e 24 mil cargos de confiança, dos quais 18 mil são ocupados por 'companheiros do PT' sem a devida qualificação técnica".
Quando deputada, a hoje senadora Katia Abreu, não estava disposta a fazer essas contas, que agora faz, para argumentar a extinção da CPMF.
Que o governo abriga a companheirada nos cargos, já sabemos; que a companheirada contribui com o dízimo ao partido, já sabemos; que a CPMF tem que ser extinta, já sabemos; que a máquina estatal esbanja nosso dinheiro, já sabemos. Mas dona Kátia(!), por que os senadores, e os deputados também, claro, não resolvem isso no fim do ano ao votarem o orçamento?
Quando deputada, a hoje senadora Katia Abreu, não estava disposta a fazer essas contas, que agora faz, para argumentar a extinção da CPMF.
Que o governo abriga a companheirada nos cargos, já sabemos; que a companheirada contribui com o dízimo ao partido, já sabemos; que a CPMF tem que ser extinta, já sabemos; que a máquina estatal esbanja nosso dinheiro, já sabemos. Mas dona Kátia(!), por que os senadores, e os deputados também, claro, não resolvem isso no fim do ano ao votarem o orçamento?
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