sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Esperança

A palavra esperança, conhecida e anotada em dicionários, encerra um termo que denota espera; de esperar; aguardar um acontecimento futuro. No Google, ao ser pesquisada, aparece como "sentimento de quem vê como possível a realização daquilo que deseja; confiança em coisa boa; fé". É esperar que aconteça um desejo!

Pois bem, esperança de quem espera que aconteça algo desejável no futuro, analisando politicamente e de acordo com os acontecimentos atuais no Brasil, é entregar-se aos manipuladores do poder politico; é deixar o Estado ser conduzido por governos; legítimos ou ilegítimos, que usam o poder, concedido ou não, de acordo com suas conveniências. 

Àqueles que teimam em uma esperança que espera, que aguarda um acontecimento firmado apenas pelo desejo, poderão, em breve, desesperar-se. Serão, sem dúvida, súditos de seus algozes.

Esperar que alguma coisa possa acontecer e no futuro não aconteça é frustração! A esperança que espera poderá gerar um desespero.

Há, entretanto, um intercâmbio espiritual que alimenta uma outra forma de Esperança, àquela que não espera que, mas sim, Espera em.

Esperar que amanha não vá chover e quando chega o amanhã o tempo estaria chuvoso, é frustrar-se. Esperava que não chovesse, mas está chovendo. Portanto superar a esperança do senso comum é alcançar o mais profundo do Ser, é dar crédito à realidade e sua força Criadora. É Crer e não somente acreditar. A Esperança penetra nas trevas da existência, como anota o Filósofo Marcel, e preserva-nos do desespero; é uma Esperança fundada no invisível; é um apelo com fulcro no mais profundo de nosso Ser, podendo surgir em tempos de profundas provações.

Quem desfrutar da Esperança imutável de Crer e Fazer, unindo o metafísico com o pragmático, certamente será um daqueles que mudarão o mundo, conduzindo a humanidade da mais sofrida provação para a plenitude da sua força Criadora.

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

MULHER!...

Preparem seus filhos para o amanhã; ou não teremos "homens de fibra" para dirigir esta Nação

O Lar espatifou-se jogado que foi contra as muralhas ideológicas de um suposto "mundo moderno" em que a família dissolveu-se atendendo à um plano bem elaborado com fulcro em 1832 e os escritos de Pierre Leroux, que estendeu-se com as obras de Proudhom, Owen, Fourier, Louis Blanc e Saint Simon, alastrando-se pelo mundo daqueles que leem desde 1844, culminando na magnífica articulação destrutiva de Karl Marx, para quem a família deveria ser transformada em comunidades comunistas de "amor livre".

Não contentes com a supressão da família destruíram também a educação, que fora do seio familiar não prospera; mesmo com a intencional tentativa de colocar o estado como seu tutor, misturando propositalmente as palavras educação e ensino.

Hoje o MEC não sabe mais o que faz e num desespero de teorias e papeis a palavra educação e ensino confundem-se e confunde, sob a tutela de uma pedagogia que ao invés de libertar os oprimidos tem oprimido uma Nação inteira.