terça-feira, 13 de outubro de 2015

O CAMINHO

"A mais dura batalha dessa guerra rotineira é vencer a si mesmo; desvencilhar-se da negatividade, do ego, da usura, do medo, da posse, do ódio. Àqueles que a isso superarem terão, enfim, suas vidas livres das amarras fatídicas que os amordaçam e sufocam; esse caminho livre abrirá as portas da felicidade e do amor, onde encontrarão os meios afortunados da plena existência, em que a razão e a emoção se encontram." 


(Irapuan Teixeira, parte do texto "Começar de Novo", publicado no Blog do Ira em julho de 2013
 )

sábado, 3 de outubro de 2015

É PRECISO CORAGEM

O tema existencialismo não está na "boca do povo" e por isso aborda-lo muitas vezes torna-se enfadonho para àqueles que não estão familiarizados com a filosofia; entretanto, é sempre bom comentar "en passant" fragmentos amenos, próximo à popularidade.


Deparei-me hoje com uma cena já normal nas grandes capitais: A sarjeta e o caos onde habitam humanos sem rumo, sem norte, à margem do que se convencionou chamar de sociedade; vítimas de si mesmo; entregues à ruína da exaustão existencial; presos à ilusão de drogas e à necessidade da compaixão do outro. À beira do abismo!

Fiquei a pensar...

O que leva o indivíduo a desgostar de si; a entregar-se ao nada; a debruçar-se sobre a lama e a imundície desse lodo desumano que lhes esfacela o corpo, inutiliza sua alma e o desliga do seu próprio Ser, desalojando-o do seu espírito?

Por que essa alienação da vida; o corte do ínfimo fio que o ligaria a uma história comum de todos os humanos; à opção insana pelo mais profundo e escuro oceano do vazio existencial?

Se nem mesmo esses humanos que vagam pela escuridão da vida se revelam a si, certamente que mudos estarão a qualquer desses questionamentos.

Mas a existência não é muda; a filosofia não é muda; a razão não é muda; a reflexão não é muda; o mundo não é mudo e a sociedade não deveria ser muda, embora se cale!

Não há desculpa para o culpado e o júri um dia aplicará uma sentença, pois a Lei deve ser cumprida, aqui e acolá.

E qual a Lei que irá punir àquele, àquela, e todos os culpados pelos zumbis que se acotovelam, se esbarram entre si e entre outros, na escuridão de uma existência insana que lhes foi imposta por um determinismo que não escolheu?

Quando nos deparamos com a miséria insana de corpos que se vendem, que se alugam e que se dão, uns aos outros, na podridão da alienação por fraqueza, ou por insanidade, escondendo-se numa tragada de crack ou qualquer outra ilusão que lhes satisfaça o nada existencial, perguntamos se não haverá dentre todos nós responsáveis pelo caos que se instalou numa sociedade que se quer humana?

A cada passo dado, um aqui e outro acolá, as vidas se instalam em ventres diversos e o mundo é alimentado segundo a segundo com seres humanos que ao acaso habitam e desabitam um plano existencial. Os olhos da sociedade ficam cegos a esse vai-e-vem e na imensidão do tempo, que nos contempla, transitamos pela existência como se dela e nela somente o acaso fosse a razão. Não nos perguntamos por que um ventre viciado, alienado e jogado na sarjeta das drogas e do mundo é habitado por outro Ser que o mesmo caminho seguirá. Somos solidários com a miséria humana e ainda temos desculpas religiosas para o submundo social que à margem, e marginalizado, sustenta o “status quo” dessa “divina comédia”.

É de se perguntar: Por que e para que filhos do submundo?

Para que espíritos aqui venham cumprir sua missão; mesmo que seja a de viver como zumbis?

Não mais me serve essa teologia da necessidade espiritual; o que está a me parecer como desculpa para excluir-se da responsabilidade de um mundo insano.

É por isso que fica dificílimo ser um existencialista e ao mesmo tempo um Cristão. É preciso ter muita fé para ser existencialista e olhar profundamente para esse mundo que aí está, e que nele estamos, e apenas contempla-lo, deixando seguir seu curso como se nada fosse de nossa responsabilidade, a não ser, eximir-se da culpa.

Vamos ao processo de alteridade: Eu não queria ser como esse outro, mas colocando-me no lugar desse outro, vejo-me inerte para gritar por socorro, embora esteja com a mão estendida para que me tirem dessa lama.

Até quando?

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

O CRIME COMPENSA!

Pelo que se observa no mundo inteiro, o crime compensa! Vejamos um dos mais ousados cometidos contra a população desavisada: A venda de Óleo de Canola nos super mercados.

A população inteira, induzida pela propaganda, passou a escolher nos super mercados àquele produto que se apresenta como o mais saudável. Uma questão óbvia! Necessitamos consumir o que é melhor para o nosso corpo físico. Em função disso ao procurarmos um Óleo de cozinha que mais se adapte ao nosso organismo, não causando problemas como os recorrentes infartos, causado pelo acúmulo de gordura nas artérias e pela formação de um coágulo em cima desta placa, entre outros fatores, lançamos mão do produto mais recomendado pelas autoridades; e o que apresentam-nos? O Óleo de Canola!
Embalagem de Óleo de Canola
Recomendado pela Associação dos Cardiologistas, inclusive com inscrição constante nos rótulos; destacam-se ainda mais outros indicativos que levam o consumidor a ter "fé" no produto: ômega 3; Sem Colesterol e Zero por cento de Gordura Trans. Pronto; mercadoria comprada!

Mas o que é Canola e àquela florzinha amarela que aparece nos rótulos bem elaborados da mercadoria?

Em primeiro lugar, ao contrário do que a propaganda induz, a Planta Canola, com àquela aformoseada florzinha amarela, não é uma planta e àquilo que a indústria tenta nos fazer crer é uma mentira criminosa, pois Canola não existe e é somente um nome comercial; na verdade a sigla de Canadian Oil Low Acid, o que significa, "Azeite Canadense de Baixo Teor de Ácido".

Colza
Em segundo lugar, a florzinha amarela do rótulo das embalagens do Óleo de Canola não é uma planta chamada Canola e sim uma outra planta, híbrida, chamada "Colza" e que também não existe na natureza; ela é produto do cruzamento de várias outras subespécies, de uma mesma família, e que resulta, por ser hibridizada, em uma nova espécie.

Fosse essa nova espécie resultado positivo para a natureza humana poderíamos nem estar escrevendo este artigo, mas não é! A Colza, resultado da pratica de transformar a natureza, não trouxe benefícios e sim enganos propositais gerados pela indústria, que tem como única preocupação acumular lucros e dividendos para seus acionistas majoritários e pouco se preocupa com a saúde humana; mesmo porquê seus idealizadores e os grandes afortunados não utilizam esses produtos que vendem.

Plantação de Flor de Colza
O resultado desse processo híbrido é uma planta nociva ao homem pois os genes criados artificialmente nos laboratórios resistem a pesticidas altamente danosos para tudo que não contém esse gene específico,com resistência aos pesticidas que, em grandes dosagens, são necessários ao longo do seu ciclo; logicamente que esses pesticidas são armazenados nos lipídeos (no Óleo) da planta, que depois será usado nas cozinhas. O ser humano não tem imunidade à pesticidas, muito menos aos mais poderosos e que são usados em abundância no Brasil.

Canola não existe! 

Colza é uma florzinha amarela híbrida, que também não existe na natureza!

Dessa florzinha híbrida é extraído um óleo que foi apelidado de Canola pela industria que o produz e comercializa.

Indústrias
Plantas geneticamente modificadas é um engenhoso processo que visa a garantir lucros e dividendos às grandes indústrias e aos grandes investidores através da venda à uma população incauta e à países governados por políticos descompromissados com a sua própria Nação e que são, além de vendilhões da Pátria, corruptos, corruptores e criminosos pois não considerar como prioridade máxima a saúde de um povo é, certamente,o mais hediondo dos crimes.

Finalmente, como este não é um artigo científico, evidentemente existem discussões acaloradas sobre o assunto; outras e novas versões que, ao bom leitor, recomenda-se a leitura para análises, comparações e discussões críticas de cunho científico, devem ser procuradas.

O povo incauto necessita de que àqueles que têm acesso à informação lhes divulgue no mínimo o que se aproxima do verdadeiro, a verosimilhança. É o que fazemos agora. De resto, as discussões científicas não devem ficar no forno hermético de certos pseudo-deuses do conhecimento pois conhecimento hermético não é conhecimento e destina-se apenas ao ego de autores de teses mortas.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O BRASIL ESTÁ EM PERIGO!

A família é a base mais importante do ser humano; o esteio forte e firme que mantém o norte devido para o desenvolvimento de um percurso reto na vida social e existencial. 



No momento em que o estado se prostitui, por conta de governantes ilegítimos e fraudadores do conceito de nação; na hora exata em que espalha-se pelo país a ideia de que o mais importante é manter os interesses de pequenos grupos que se juntam por conta da sua significativa disfunção psicológica impondo atitudes em detrimento do laço mais importante de um homem; quando a dignidade não tem mais importância e a podridão da sarjeta se apresenta como norma que tentam impor a todos, o sorriso esvai-se da face daqueles que um dia lutaram pela decência, pela paz, pela integração dos seres e pelo verdadeiro amor, que exclui a lascívia, agora sendo imposta por escrotos travestidos de juristas que tentam exterminar também essa nação adormecida. O BRASIL ESTÁ EM PERIGO!

terça-feira, 8 de setembro de 2015

HOMENS DE HONRA

Na sociedade atual a honra está fora de moda; é comum os jovens-homens se vangloriarem de feitos absurdos, mesquinhos, anti-éticos e ainda assim acreditarem-se acima daqueles que postulam pela seriedade; estes chamados de "babacas".


Infelizmente a causa dessa disfunção ética está na educação; não àquela que atribuíram à escola, mas sim, à educação da família; de pais e mães que deveriam ser responsáveis pelo norte que todo jovem deveria ter.

O mundo moderno é recheado de opções à quem quiser desfrutar de uma existência digna, repleta de saberes provindos do conhecimento que não deveria ser objeto meramente do senso comum e da vulgaridade.

A tentativa dos país modernos em serem corretos para com seus filhos, deixando-lhes as opções mais variadas, fez com que possibilitassem à esses jovens uma ampla liberdade, esquecendo-se de que a não indicação de um caminho correto à trilhar possibilitaria à muitos optarem por atalhos que levariam à libertinagem e ao desencadeamento do rompimento do ínfimo fio moral moral que ainda poderia liga-los aos genitores.

Hoje, os jovens-homens estão sem rumo, sem norte, reféns de uma sociedade perdida na imensidão de fazeres anti-éticos e vulgarizados por àqueles que nunca receberam atenção devida no momento primeiro da educação: a família.

Essa vulgarização teve dois momentos decisivos para se manifestar: na música e na moda. 

Jovens-homens com calças arreadas com a "bunda" à mostra ou com os órgãos genitais em manifesta agressão aos costumes decentes como se quisessem a todo instante proceder ao coito ao avistar a primeira fêmea. 

De outro lado as jovens-mulheres que, na falta de um aformoseamento mais em destaque na moda, por parte da natureza, se lançaram ao que se costuma chamar de "turbinagem". Turbinam bundas, seios e tudo o mais que se possa imaginar na ânsia de se ver em destaque para o macho ou, para a fêmea. 

A moda, se é que se pode chamar de moda o que se vê hoje em dia, aprimoram a indecência. 

São calças "legs" tão rentes ao corpo que é impossível acreditar-se que estão vestidas. Além do mais, essas vestimentos, auxiliam-nas a corrigir suas imperfeições. Como objetivo é mesmo o material, se vendem como mercadorias expostas em prateleiras. 

Mas vendem gato por lebre; uma vez que seu aformoseamento é falso.

Por sua vez as músicas, que são hoje em dia indiscutivelmente a criação mais medíocre que se tem conhecimento na história, apela para a vulgarização humana confundindo Ser e Ter e, com isso, transformando o ser existente em mercadoria de consumo. 

São "funks" ou vá lá o nome que derem, que misturam bandidagem, crimes, sexo e vulgarização máxima do corpo feminino. Senão, vejamos a letra de uma música, composta e interpretada por uma "artista" das mais conhecidas e divulgadas por Rádios, TVs, Jornais e Revistas, das maiores empresas de comunicação de nosso país; seu nome: Valesca "Popozuda", acompanhada por um outro "músico" de nome "Mr. Catra". 

Nome da música: "Mama", ei-la:
(Valesca)
Muita polêmica, muita confusão
Resolvi parar de cantar palavrão
Por isso, negão, vou cantar essa canção...
Quando eu te vi de patrão, de cordão, de R1 e camisa azul
Logo encharcou minha xota e ali percebi que piscou o meu cu
Eu sei que você já é casado, mas me diz o que fazer
Porque quando a piroca tem dona é que vem a vontade de fuder

Então mama, pega no meu grelo e mama
Me chama de piranha na cama
Minha xota quer gozar, quero dar, quero te dar

Eaí Catra, o meu grelo já tá latejando. Qual vai ser? Manda o papo negão...
(Catra)
Quando eu te vi no portão, de trancinha, tamanco e vestido azul
Logo latejou o meu pau e ali logo vi que piscou o seu cu
Puxei sua calcinha de lado e dei três cuspidas pro meu pau entrar
Então eu fiquei assustado, porque você só queria mamar

Então mama, pega minha vara e mama
Vem deitar na minha cama
Aah... Maravilha
Mama, Olha bem pra mim e mama
Mama o meu saco...
Ah, eu vou me apaixonar

Pô Valesca... Você sabe que no meu harém de mulheres tem mais de cem, mas você foi a única que se ligou que uma mamada e um copo d'água não se nega a ninguém...
E hoje quando eu te peço
Mama...
Você vem me mamar com calor
Você vem me mamar com amor
Então mama por favor
Mama por favor

(Valesca)
Então mama, pega no meu grelo e mama
Me chama de piranha na cama
Que isso, caralho? (Vem mamar)

(Catra)
Mama, olha bem pra mim e mama
Ou me mama ou eu saio
Mama... Ah, eu vou me apaixonar

(Valesca)
Então mama
Quero gozar, vai
Por favor, mama, mama, mama negão!
Mama... 
Tenho ou não razão?

Com o fim do respeito ao seu próprio ser o homem e a mulher estão agora reféns da vulgaridade, expressando isso com o seu próprio corpo e assassinando o Ser. Não vêm mais horizontes e se atiram no lamaçal medíocre da idiotice, da banalização do corpo, da sanha absurda em se tornarem um nada, perdendo o mais importante de suas vidas: a auto-estima; com isso perdem também a própria alma.

Como então vamos ter homens de honra nos dias de hoje se isso está fora de moda? As mulheres se vulgarizam em tudo e não reconhecem mais o cavalheirismo, a ética e a sensibilidade masculina; creditando essa deferência máxima da educação masculina àqueles que se afeminaram, também outro costume imposto aos homens. 

Aqui não me refiro a homossexualidade e sim a feminilização, coisas diferentes para serem tratados em esferas diferentes. Ser homossexual não significa ter obrigatoriamente a necessidade de transfigurar o próprio corpo. Aqui estou sendo "bonzinho" pois é um assunto que por conta de uma outra moda está transformando o país em  palco carnavalesco e ringue para lutas bestiais, como se opções possam ser impostas à força.

Onde vamos encontrar homens de honra? Homens que respeitem a mulher e que por elas são também respeitados?

O respeito deve ser mútuo e, portanto, para manifestá-lo é necessário ter o aprendizado de berço, na família; primeiro momento da educação. 

Sem a noção do que é família e sem ter vivido essa experiência máxima da vida é difícil encontrarmos homens de honra, a não ser que os forjemos a ferro e fogo, o que também é possível, se não, vejamos, a partir de um aprendizado imposto por àqueles que, embora depois desvirtuando-a, souberam enobrece-la no seu tempo: a Máfia.

Dez ensinamentos dos "mafiosos" que são mais éticos do que perambular na rua de bunda de fora e contorcendo-se com seus silicones à mostra:

1- Respeite a sua família: Em uma das cenas do filme "O Poderoso Chefão", quando o cantor "Jhonny Fontane" vai pedir um favor ao Don "Vito Corleone", a primeira coisa que este pergunta é: "Você tem cuidado de sua família? Um homem que não cuida de sua família não é um homem de verdade". A nossa família é a nossa base mais importante, cuidou de nós durante toda a nossa vida, nada mais justo que depois de homens, nós cuidemos dela. 

2- Jamais cobice a mulher de seu amigo: Aquela velha história que "mulher de amigo meu pra mim é homem" é levada a sério dentro da máfia, sendo uma das únicas formas autorizadas para uma "vendetta" fora dos negócios. Existem bilhões de mulheres no planeta, amizades são pouquíssimas e acreditem, valem muito. 

3- Respeite seus inimigos: Sempre ouvi a frase "mantenha os amigos por perto, e os inimigos mais perto ainda." Nunca subestime uma pessoa, você jamais saberá ao certo do que ela é capaz. Se você sabe que alguém tem algo contra você, mantenha sempre um pouco de atenção nela, afinal, o seguro morreu de velho. 

4- Respeite a sua mulher: O casamento, assim como a família, é algo extremamente importante para a máfia. Um mafioso pode ter quantas "gomares" (amantes) quiser, mas, em hipótese alguma pode desrespeitar ou deixar faltar algo para a esposa. Afinal, estar com ela foi uma opção dele, e um homem de verdade honra as suas escolhas.

5- Guarde seus pensamentos para você: Um grande amigo meu sempre disse que "opinião é igual c*, não é porque você tem, que deve sair dando". Na máfia eles levam esse pensamento à sério, você tem a hora e o lugar pra expor suas idéias, faze-lo na hora errada pode significar uma "passagem" prematura para o outro mundo. 

6- Valorize os favores: Ao contrário do que se pensa, nem tudo na máfia gira em torno de dinheiro, como já dizia aquela propaganda de cartão de crédito: "Existem coisas que o dinheiro não compra", gratidão e fidelidade são algumas delas. Na "Cosa Nostra" é comum o termo "Sicuro di favori", algo como "Cofre de favores". Para eles, ter um favor para trocar com você, muitas vezes, vale mais do que dinheiro. 

7- Delegue funções: Nenhum mafioso cuida da organização inteira sozinho. O "Capo di tutti capi" delega funções aos "capos", que delegam aos "cominciato", que delegam aos "soldati" que contam com a ajuda dos "collaboratori"... Com esse método, eles sabem o que cobrar de quem, e perde-se pouca informação em caso de morte ou prisão de algum membro. 

8- Mantenha seus compromissos: Nada é mais importante dentro da máfia do que ser considerado um "uomo d'onore". Portanto, sempre cumpra o combinado, respeite os prazos e NUNCA prometa o que você não pode cumprir. 

9- Nunca desperdice uma boa idéia: Se existem pessoas que sabem aproveitar idéias nesse mundo, são os mafiosos. A máfia se infiltrou em praticamente TODOS os negócios ilegais e legais na Itália e em grande parte da Europa, simplesmente por não perder nenhuma boa idéia. Mesmo que algo não seja viável para aquele momento, o "projeto" é guardado para ser colocado em prática em outra hora.

10- Respeite seu chefe: Na máfia, você desrespeitar seu superior é o atalho mais rápido para o outro mundo. No seu emprego, a consequência não será tão trágica, mas, a possibilidade de ser demitido e voltar a distribuir currículos sem uma boa carta de recomendação nas mãos, também não é agradável. E lembre-se, quando se é chefe, deve-se respeitar a "memória" de seu antecessor, afinal mesmo entre os ladrões ainda existe honra.

Bem, na verdade, abordei mais de um tema neste texto, entretanto o que vale é a intenção de colaborar para a vida e que essa, a vida de cada um, seja plena de felicidade neste mundo. 

Sejamos pois, "uomo d'onore".

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

TRÂNSITO

Uma vida é apenas um sonho; o trânsito existencial é efêmero e do caminho percorrido restará apenas lembranças do céu ou do inferno que o caminhante sulcou em sua passagem. 
(Fragmentos de uma conferência feita em Brasília no ano de 2003 e que está inserida no livro "Quase Diário").




domingo, 30 de agosto de 2015

HAVERÁ SOLUÇÃO?

O Brasil sendo dessangrado; a população nas ruas; o Judiciário sendo obrigado a punir; as falcatruas expostas e comprovadas; uma quadrilha no poder; a Constituição rasgada e pisoteada na frente de uma presidente inerte; a Nação a beira de um colapso!

O que está sendo feito na prática para coibir abusos e resgatar a dignidade da Pátria?

Palestras dos Juízes que abriram a boca sobre os escândalos da quadrilha; palestra do Ministro aposentado que o povo queria presidente; palestras dos maçons içando um juiz para herói nacional; a volta do presidente-pixuleco aos comícios com suas declarações fétidas e ao gosto do seu povinho; a gritaria das redes sociais: "Fora Dilma"! "Intervenção Militar Constitucional já"! "Moro Presidente"! "Barbosa Presidente"!

Com os processos em andamento, fartamente comprovados, segue o bando no poder com a política do faz-de-conta; o judiciário dos indicados e um tribunal de contas de ex-deputados.

É o mundo da fantasia que Brasília construiu para divertir seus súditos, séquitos e vassalos.

E assim caminha nossa "humanidade"!

quinta-feira, 30 de julho de 2015

FRAGMENTOS I

A vida é tão tênue, presa por um ínfimo fio à existência, que pelo simples fato de existirmos o Ser e o Não-Ser estão justapostos. (In "Quase Diário", Editora da Universidade)

terça-feira, 28 de julho de 2015

ALTERIDADE

A mágoa talvez seja inimiga da reconciliação. Pessoas que um dia estiveram juntas e, por divergências existenciais, daquelas em que o foco da vida é visto através de ângulos diferentes, podem cultivar resíduos sentimentais que chegam a cegar o olhar, criando uma nuvem que ofusca até mesmo a visão do bem comum.

O fato de os pares estarem em desacordo sentimental não deveria significar que as arestas não resolvidas continuem a interagir entre ambos ao ponto de gerar conflitos em terceiros.

É o caso de pais que resolveram por decisão própria, ou por acidente de percurso, gerar um filho e, depois, concluíram que seus caminhos nunca foram trilhados pela mesma estrada.

Quando, um e outro, agora no seu percurso próprio, continuar com a nuvem escura frente à fonte das suas interpretações, seja ela de cunho social, da vida pragmática; seja ela de cunho existencial, da existência vivida, nunca descortinará a possibilidades de, ele próprio, ser feliz, pois a magoa impossibilitará toda forma de um viver pleno de satisfações.

Pior do que tudo isso  é levar, de roldão, àquele que, em sua vida espiritual, o escolheu para possibilitar-lhe a vida terrena.

Olhar para dentro de si e colher o fruto da bondade, compreensão e do amor incondicional é tarefa imediata que toda e qualquer pessoa nessa situação deveria se propor.

É importante colocar-se em alteridade; eu sou eu e o outro é como eu. Eu sou sujeito e o outro é, também, sujeito. Não existe objeto nessa relação, embora quase que a totalidade dos seres-humanos continuem agindo como se houvesse.

Ab imo pectore!


(À minha filha Mariana: do fundo do meu coração!)

In "Conquiste seu Filho" - livro no prelo da Ed. Evangélica

COPYRIGHT

Protected by Copyscape Web DO NOT COPY

segunda-feira, 20 de julho de 2015

FAMÍLIA MODERNA

Tradicionalmente o encanto entre um homem e uma mulher era estabelecido pelo doce e ingênuo percurso do olhar, que se debruçava sobre o outro e fixava-se nos olhos. Era a contemplação!

O olhar e os olhos eram as peças fundamentais para um jogo de estética que se consubstanciava no encontro. O encontro dos olhos, intermediado pelo olhar. Assim nascia o amor com sua brandura e esplendorosa doçura. Amar era entregar-se ao outro e o outro era sujeito. Esse encontro de dois diferentes que, ao mesmo tempo, eram dois iguais, anunciava uma união de sujeito com sujeito, sob o beneplácito da alteridade.

Hoje, no mundo moderno, as pessoas se desejam sexualmente. Sim, sexualmente. Não é o rosto aformoseado que atrai e, se o fosse, implícita estaria a sexualidade. A prova inconteste é o fogo da paixão. Nenhum encontro entre homem e mulher desperta o amor; o que explode imediatamente é a paixão; o desejo, a vontade, a posse, a possibilidade do gozo e do êxtase.


O mundo atual não tem mais tempo para a contemplação! O olhar doce que um dia se debruçou sobre o outro agora perdeu a ingenuidade, a delicadeza, a quimera, o sonho; excluindo a possibilidade da alteridade e submetendo-se ao pragmatismo.

O homem do mundo de hoje é pragmático; excessivamente pragmático! A paixão é prova disso; avassaladora e frenética subjuga o outro sem que seja percebida, estabelecendo-se uma relação de sujeito e objeto. Destrói a alteridade e implanta o reinado do ego.

É neste mundo dos homens pragmáticos que as relações interpessoais acontecem e se organizam em uma nova convenção social denominada de "família moderna". Essa "família moderna", não está mais alicerçada nos pilares tradicionais e o conceito de mãe e pai foi desmitificado. 

O pai é uma peça nesse tabuleiro de xadrez; e é considerado eventual, embora necessário no ato da concepção. A mãe só não é uma peça eventual em função do útero, indispensável para abrigar o novo Ser pelo período necessário à sua fuga do casulo. Assim geram-se novos seres-humanos com pais eventuais e mães de ocasião.

Não é raro ouvir-se do senso comum que "pai é aquele que cria"; recentemente uma nova artimanha foi construída para forçar e justificar situações: o "pai do coração". Mas será mesmo que isso funciona emocionalmente?

Por sua vez a mãe, na "família moderna", também perdeu seu papel original e desconstruiu o mito que um dia lhe possibilitou inúmeros adjetivos, coroado com o mais esplêndido que foi o da perfeição.

Assim é que, o filho, fruto dessa "família moderna", é conseqüência! A mulher deseja ter um filho e acredita que pode cria-lo sozinha, que não necessita de um pai a não ser para gera-lo; vai em busca de quem aceite tal absurdo ou engana aos incautos gerando "por conta própria". 

Isso não é raro hoje em dia! 

Outros casais, ao se desvencilharem, esquecem os filhos, que são empurrados à quem os queira ou suportado, invariavelmente, pela mãe. Raríssimas são as exceções em que o pai seja o guardião. Evidentemente haverá aqui um outro tema a ser debatido amplamente, a Pensão Alimentícia, que ficará para um próximo texto.

Assim é que temos pai-mãe e mãe-pai; dois em um.

Fosse somente isso e estaríamos tranquilos pois a criança ainda teria salvação. Mas não! Vários outros "quiprocós" intervêm para sacrificar mais ainda a criança e a Alienação Parental é mais uma das absurdas atitudes que um ou outro impõem ao filho, as vezes sem nem saber o que é isso. 

É tão complexa uma análise como esta que o tema Alienação Parental também deve ser objeto de uma outra discussão, ou texto.

Mas pai-mãe ou mãe-pai talvez fosse menos pior do que realmente acontece. Nem o pai e nem a mãe continuam a viver sozinhos. Ao desvencilhar-se de um encilham-se em outro. É a regra! A exceção é tão ínfima que não perderei tempo em comenta-la.

Unir-se à outra pessoa trazendo consigo um terceiro é àquilo que o senso comum denomina como "já vem com a mala completa"; ou, como dizem no Sul, já vem de mala e cuia.

Tanto o homem como a mulher terão que aceitar o filho de outro! 

Imagine uma relação assim! 

São raríssimos os casos em que essa aceitação seja benéfica para uma criança. E aqui falo estatisticamente, com base científica, ou seja, fruto de pesquisas. 

As exceções, repito, são raríssimas!

Imaginemos um quadro em que o novo casal já traga seus filhos. As crianças recebem um novo pai, ou uma nova mãe, e um novo irmão; sem que seja seu pai, ou sua mãe, e sem que seja seu irmão. 

O marido recebe um novo filho, sem que seja seu filho; a mulher recebe um novo filho, sem que seja seu filho. 

O "amor" moderno fruto da avassaladora paixão irá suportar a invasão do ex-marido ou da ex-esposa em seu novo lar? Sim, pois a criança estará ali todo dia demonstrando que foi gerada por alguém que não é aquele marido ou aquela esposa.

Também é estatístico: os relacionamentos se desgastam com o tempo; em muito pouco tempo. Àqueles baseados em uma nova união desgastam-se mais rapidamente em função das vivências anteriores e das comparações que invariavelmente são feitas. Uma criança "estranha" à um dos novos parceiros contribui para esse desgaste.

Não adiantam argumentos; é assim.

Mas existem exceções, ainda bem!

COPYRIGHT

Protected by Copyscape Web DO NOT COPY

quarta-feira, 15 de julho de 2015

MUNDO GELADO!

Tem postagens que é melhor não ler, vídeos que não se deve perder tempo para assistir e fotos dispensáveis; tudo circulando na internet, via Facebook.

A facilidade das informações e a rapidez com que as postagens são feitas fazem-nos acreditar que o mundo globalizado, e a internet, são-nos indispensáveis no mundo de hoje. 

Entretanto, também as calúnias, mentiras, fofocas e as montagens fictícias se reproduzem de forma meteórica e, como um tufão, destrói reputações, causando angústias, raivas, indignações e tristeza aos incautos e àqueles que são atingidos de forma covarde e mesquinha.

Você já pensou em sair do mundo virtual?

Parece impossível abandonar o mundo Virtual, fictício e fantasioso; essa força de atração, que até parece gravitacional, prende-nos à uma máquina de plástico a tal ponto que nos segrega da realidade.

Escravos de uma máquina, presos à um mundo de fantasia, sozinhos junto à uma multidão. Essa é a nossa vida neste século!

Na realdade virtual é pouquíssimo o espaço para as relações interpessoais e ao desligar o computador sobra-nos a solidão de um mundo gelado.

terça-feira, 14 de julho de 2015

RELEMBRANDO...

Relembrar faz parte da existência do homem; viver somente olhando para a frente pode ser que tropecemos em alguma pedra; viver somente o presente certamente nos faltará informações, orientações e ensinamentos. Olhar para trás, com o devido cuidado, não é pecado mortal. Assim, pois, é que algumas vezes me surpreendo absorto em pensamentos e não raro conversando com fatos de um tempo.

Wandinho Souza
Advogado/Juiz de Paz

Hoje a chuva cai torrencialmente, o barulho que faz no telhado "onduline", um reciclado que auxilia o futuro, lembrou-me as chuvas de Divinópolis, na cobertura que me foi cedida pelo amigo e ex-colega de cátedras Wandinho Souza, através da sua imobiliária, e que me proporcionou as reflexões que eram necessárias à minha existência naquele tempo.

Pois, com a chuva e a lembrança de Divinópolis, a mente caminhou naquela direção a numa fila indiana foi cumprimentando os amigos que lá se consubstanciaram, e que lá ficaram... Desses tantos, muitos também ex-alunos, ainda perduram os especiais, graças a essa tal de invenção tecnológica tão admirada pelos solitários: A internet! 


Adriana Ferreira - Advogada
E nessa linha senoidal do pensamento, no vai-e-vem das lembranças, Adriana Ferreira surgiu no abraço da saudade. Ela é uma advogada mineira, ainda morando na saudosa Divinópolis, cidade que adora e que hoje tem 228.643 habitantes. Não é mais a cidadezinha em que me "refugiei" por alguns anos, vindo da França e com muitas interrogações existenciais para resolver. Paris tinha sido uma festa, mas as festas acabam e a próxima exigiria uma intensa reflexão sobre o que fazer? Claro, sempre temos um que fazer(?) em nossas vidas e Divinópolis foi o acaso que me proporcionou um tempo para refletir; e foi lá, também, que conheci Adriana, uma verdadeira amiga que despojada de qualquer interesse financeiro auxiliou-me em um dos meus mais ousados projetos daquele momento: Defender uma tese de Doutorado numa Universidade Norte-americana. 

Por que ousado? Porque, parafraseando Marine Le Pen: "eu não falo Inglês; sou brasileiro"! 

Marine Le Pen - Deputada
Marine Le Pen, que hoje está com 46 anos e é uma das 100 pessoas mais influentes no mundo, por ironia segundo a Time, afirmou à mesma revista: "Ah não, eu não falo Inglês! Eu sou francesa." E concedeu a entrevista solicitada pelos ingleses no seu idioma, o Francês. 

Marine, é uma direitista que admiro muito; a conheci em uma viagem oficial quando estava na ativa do Parlamento Brasileiro, ela ainda não tinha sido eleita; hoje é deputada e ocupa uma cadeira no parlamento europeu.  

Adriana também gosta muito do idioma Francês e eu fui contagiado pelos antigos súditos de Napoleão em função de um nacionalismo que sempre admirei. Nas diversas vezes que andei pela França não cansava de observar a beleza daquelas bandeiras em todos os prédios públicos; coisa bem diferente do Brasil, pois nem mesmo nas Embaixadas a bandeira está presente como deveria; a desculpa é que pode sujar. 

Verdade! 

Foi a desculpa que recebi ao censurar um funcionário de uma Embaixada do Brasil em uma de minhas viagens. 

Por que a Bandeira do Brasil não está hasteada? 

Pode sujar, foi a resposta.

Enfim, somos tão peculiares...

Minha amiga não só auxiliou-me na tradução da Tese como envolveu também sua irmã, a novaiorquina Andrea Ferreira. 

Trabalho perfeito! 

Depois Adriana consolidou-se como, além de amiga, uma auxiliar importantíssima nas traduções para a Revista da FADOM, que eu editava pelo Centro de Pesquisa e Pós Graduação - CEPPE, no qual fui Diretor Acadêmico por alguns anos. Todos os "abstracts" daquela revista foram trabalhos da incansável Adriana, alem das outras atribuições que tinha.

Asim é que, os amigos nos servem e nós servimos à nossos amigos. Bonita frase, mas não é assim. Alguns amigos são especiais, outros muito especiais e portanto, para esses amigos, deveremos ser especialíssimos pois gentileza se devolve com mais gentileza. É somente neste aspecto que eu concordo com "olho por olho e dente por dente".

Àquele tempo se foi, mas por ter sido especialíssimo eu olho sem medo para trás.  

Portanto, faço minha reverência aos amigos de sempre, em especial, agora, aos divinopolitanos, e em particular à Adriana Ferreira.

Longue vie à mes amis!

sexta-feira, 10 de julho de 2015

O CAMINHO

"A mais dura batalha dessa guerra rotineira é vencer a si mesmo; desvencilhar-se da negatividade, do ego, da usura, do medo, da posse, do ódio. Àqueles que a isso superarem terão, enfim, suas vidas livres das amarras fatídicas que os amordaçam e sufocam; esse caminho livre abrirá as portas da felicidade e do amor, onde encontrarão os meios afortunados da plena existência, em que a razão e a emoção se encontram." 

(Irapuan Teixeira, parte do texto "Começar de Novo", publicado no Blog do Ira em julho de 2013
)

Protected by Copyscape Duplicate Content Finder

quarta-feira, 8 de abril de 2015

INCÊNDIO EM ALEXANDRIA

Foto 01
Um dos maiores acervos do mundo, calculados em um milhão de documentos, foi destruído pelo fogo, possivelmente em um incêndio criminoso ou, na história mais amena, acidentalmente, num episódio que aponta Júlio Cesar (Caius ou Gaius Iulius Caesar ou IMP•C•IVLIVS•CÆSAR•DIVVS - 100 a.C./44 a.C.) como seu causador.

A Biblioteca de Alexandria abrigava documentos originários da Assíria, Grécia, Pérsia, Índia e de muitas outras civilizações; um acervo guardado por mais de cem pessoas que lá viviam em tempo integral para pesquisar, traduzir, copiar documentos, além de auxiliar também na tradução de aulas e conferências.

Foto 02
A foto 01 mostra a antiga Biblioteca de Alexandria e a foto 02 a biblioteca reconstruída em 2002. 

As fotos 03, 04, 05 e 06 mostram a catástrofe da minha Alexandria, queimada acidentalmente, sem a interferência de Júlio Cesar, e que destruiu uma história bibliográfica amealhada em longos anos, com um acervo de mais de 2 mil livros, revistas científicas, coleções raras como a Summae Theologiae de Sancti Thomae Aquinatis; coleção de Freud e Jung; todos os livros em Francês de Simone de Beavoir; minhas teses e dissertações datilografadas (no tempo da Remington e Olivetti); meus escritos para livros em andamento e os malditos, ou benditos, "Pen Drives" que continham minhas ilações e meus escritos não editados com formatação para livros, alguns reunindo teses iniciadas em 2002. O fogo destruiu obras de arte de diversos artistas, meus amigos, alguns já no mundo idílico dos céus, em que o valor sentimental certamente superou o desembolso feito. 

Uma única obra foi salva: o quadro "Ghost", do Artista Plástico Vanderlei Assis​, que adquiri em Brasília, em uma exposição no Congresso Nacional; agradeço o empenho do Sgt. Edson que, juntamento com os bombeiros, nada puderam fazem a não ser o rescaldo, mas buscar àquele quadro em meio às chamas foi um gesto no mínimo surpreendente. O nome do quadro talvez tenha alguma coisa relacionada à sua "salvação". 

Mas virou cinzas outros documentos e processos da vida parlamentar; títulos, quadros e certificados da vida acadêmica, entre os quais os certificados de conferências, palestras e seminários em que atuei na Europa e Estados Unidos; foram-se, também, fotos da vida acadêmica, parlamentar e estudantil e as fotos de recordação das "andanças" em quatro continentes desse mundão que Deus erigiu para os homens.

Minha Alexandria também ardeu no fogo acidental; sorte que sou brasileiro; não desisto nunca!
Foto 03

Foto 04

Foto 05

Foto 06



Foto 07
Assim é que, se alguns de meus ex-alunos (mesmo àqueles que já estão de barbas brancas); meus ex-auxiliares e assessores; meus ex-colegas, hoje todos amigos, tiverem fotos de nossos encontros acadêmicos na Ulbra, na UCS, na FADOM, na FCU, na SBC; na FAT e até na AWU; e outras fotos que marcaram uma trajetória de vida profissional, as estou aceitando, através de cópias; hoje mais facilitadas pelo processo eletrônico, o que já me possibilitou reaver alguma coisa como poderão ver na foto 07.