quinta-feira, 6 de setembro de 2007

PENSÃO ALIMENTÍCIA: um bom negócio!

Este é um artigo que pode ser analisado por diversos ângulos; antes de eu colocar a nota que recebi via email espanhol, tenho que discorrer sobre alguns itens preliminares.

A pensão alimentícia, tanto a paga pelo homem (quase sempre é o homem quem paga) quanto àquela que poderá ser paga pela mulher, deveria ser efetivamente para o alimentando; mas nenhum Juiz controla isso. Aplica-se a "pena" e está encerrado o caso. O "prejudicado" depois que procure seus direitos.

O triste de tudo isso é que, no meio da confusão, está o filho(a).

Mas nos dias de hoje quem está interessado no sentimento da criança? a mãe? o pai? o juiz? os advogados? ou, metendo o bedelho como quem se acha guardião da criança, a promotoria pública?

Pasmem, ninguém está pensando no bem da criança! Pior, tem promotores que se acham os psicólogos da questão e dão pareceres os mais esdrúxulos possíveis.

Quando aqui me refiro a "bem" não é o mesmo que entende o juiz. Bem, para mim, o maior bem, é o sentimento. E todos esses "intermediários" que mencionei agem como se a criança não tivesse sentimento.

Conheço profundamente esse tema. Não só como teórico ou como profissional da psicanálise. Não só através das experiências clínicas de consultório.
Tenho três exemplos que me marcam dia-a-dia; são seis olhinhos de esperanças diferentes que me fitam, dois deles a distância.

Se me pedirem uma resposta, direi: C'est la Vie!

Escolhemos nossos caminhos, muitas vezes, de forma inconsciente; e deveremos trilha-los, sempre, de forma consciente.

Uma teoria espírita diz que os filhos escolhem seus país; minha teologia não é suficientemente madura para poder me contrapor a essa teoria, mas tenho minhas reservas a respeito.

Estes prolegômenos, quase um desabafo, tem por objetivo apresentar o email que recebi da Espanha para que possamos refletir sobre o comportamento dos homens.

As Mônicas, as Miriams, as Lucianas e tantas outras.. pelo amor de Deus, pensem em seus filhos e não somente na pensão alimentícia!!!


LEIA COM ATENÇÃO ATÉ O FIM
(JOGAR PEDRA NO TELHADO DOS OUTROS VOLTA,
PRINCIPALMENTE SE TIVERMOS TELHADO DE VIDRO)

O caso Miriam Dutra
(P/Jornalista Cláudio Humberto)

A jornalista Mirian Dutra, da Rede Globo, retorna do exterior na quarta-feira. Ainda não se sabe se ela vai contar o porquê do recato e do silêncio nos 12 anos do seu exílio - a maior parte do tempo na Espanha.

Revendo meus arquivos, encontrei: Há alguns anos foi realizado no Fórum da Cidade do Rio de Janeiro o seminário "DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO" promovido pela Escola de Magistratura do Rio de Janeiro.

Eis um registro:

"O assunto que rendeu mais controvérsia no Seminário foi a forma como a imprensa brasileira era condescendente com o Presidente da República.

A questão entrou em pauta quando um jurista citou como exemplo de conivência jornalística o romance do presidente Fernando Henrique Cardoso com a jornalista da TV Globo Miriam Dutra. Muitos advogados presentes ao evento não sabiam do fato e reagiram com surpresa e indignação quando um jornalista afirmou que toda a imprensa brasileira sabe disso. E naqueles oito anos de governo ninguém tocou no assunto".

Muito antes de ser presidente, Fernando Henrique sempre foi um conhecido garanhão da política brasileira. As mulheres sempre ficaram encantadas com o seu charme e sua pose de estadista. Em Brasília, o escritório de FHC também era utilizado como garçoniére, para usar uma expressão da geração dele. Era no escritório-garçoniére que o então candidato à presidência da república mantinha encontros com uma de suas amantes, a correspondente da TV Globo em Brasília Miriam Dutra. Quando FHC cresceu nas pesquisas para presidente, a ambiciosa jornalista, pensando no seu futuro pessoal e profissional aplicou aquele velho golpe que louras oxigenadas costumam dar em pagodeiros e jogadores de futebol: deu uma "chave" em FHC e engravidou. A jornalista passou a carregar um furo de reportagem em seu próprio ventre. Um filho daquele que seria o próximo presidente da República do Brasil.

Ao saber que a amante estava grávida, Fernando Henrique entrou em pânico; afinal, como diria outro Fernando, aquilo era nitroglicerina pura.

FHC tentou convencer a amante a fazer um aborto; riu na cara dele. A mulher não iria jogar fora o seu pé de meia, sua caderneta de poupança.

Foi aí que entrou em ação a operação abafa. Como ela era correspondente da Globo imediatamente foi transferida para a Espanha, com um salário milionário, sem obrigação de fazer nada. Apenas ficar calada e quietinha, cuidando do filho do presidente.

Atualmente a jornalista Miriam Dutra vive na Espanha, com o filho caçula do presidente. Uma funcionária do jornalismo global diz que às vezes ela liga para o Brasil a fim de fazer exigências, tratando a todos como se fossem seus empregados.

"Ela se comporta como se fosse a verdadeira primeira dama!"

Vejamos o que diz Kika Martins a respeito do caso:

"Tomás Dutra Schmidt, filho não assumido de Fernando Henrique Cardoso e Miriam Dutra Schmidt (a Miriam Dutra, ex-repórter do Jornal Nacional em Brasília) nasceu no dia 26 de Setembro de 1991, conforme certidão de nascimento do Cartório Marcelo Ribas (Brasília – DF). Vive hoje com sua mãe e tia em um dos mais caros e sofisticados bairros da Europa, em Barcelona”.

Agora se vocês quiserem saber como isso nunca foi notícia na grande imprensa leiam a revista Caros Amigos - ano IV número 37 - Abril de 2000.

A matéria é assinada por Palmério Dória e outros.

O título é: "Um fato jornalístico".

“A pergunta é: quanto custou este silêncio?

“A portaria do Ministério da Fazenda 04/1994, por exemplo, que isenta todos os meios de comunicação "e sua cadeia produtiva" da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é só um começo de conversa.
“E o Proer da Mídia no final do ano 2000 custou US$ 3 bilhões ou US$ 6 bilhões, um ajuste de contrato.

“Agora bom mesmo é procurar no Siafi o quanto foi efetivamente gasto em propaganda no Orçamento Federal de 1994 a 2002".


Bom, acho que a conivência está, em parte, explicada. Mas que custou caro pra todos nós, isso é verdade. É por essa e por outras que a contribuição provisória (CPMF) foi reajustada no governo FHC: para cobrir isenções providenciais. Até parece que todos nós, brasileiros e brasileiras, somos pais dessa criança.

Acredite se quiser...

7 comentários:

Anônimo disse...

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FÁBIO COSTA disse...

Poxa Deputado, lendo seu texto em relação a esta questão supra, diria que o amigo além do conhecimento teórico, estaria ou esteve em algum momento passando por tamanho transtorno. Mas como dizem os "sabios" o silêncio dos lobos na hora certa, vale mais que mil palavras.

Todavia, parabéns pelo comentário, apesar de imperiosa a maneira como trata a questão.

Prof. Irapuan Teixeira disse...

Prezado Fábio, sem dúvida os transtornos existem,principalmente quando existe interesse financeiro de uma parte em detrimento do próprio filho, ou filha. Nunca faria como fez o ex-Presidente FHC; não nego meus filhos. Todos registrados e com o sobrenome Teixeira. Abraços.

Anônimo disse...
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Prof. Irapuan Teixeira disse...

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